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jueves, 30 de julio de 2026

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¡ISV Baja YA! La Sorpresa que Podría Aliviar tu Bolsillo
economia 5 de marzo

¡ISV Baja YA! La Sorpresa que Podría Aliviar tu Bolsillo

Tegucigalpa, Honduras.- La diputada del Partido Liberal (PL), Iroshka Elvir, presentó este jueves -5 de marzo- ante el Congreso Nacional (CN) un proyecto de ley para reducir el Impuesto Sobre Ventas (ISV) del 15% al 12%.De acuerdo con la propuesta de la legisladora, la iniciativa busca “dinamizar” la economía del país y fortalecer el poder adquisitivo de las personas más vulnerables.“Quiero decirle a los hondureños y hondureñas que he publicado en mis redes sociales una consulta para que puedan expresarse, y entre los principales proyectos que la población hondureña me manifestó que anhela está la reducción del Impuesto Sobre Ventas del 15% al 12%”, explicó la diputada.Elvir aseguró que, aunque este impuesto es importante para sostener la economía del país, la aplicación de la medida no representaría un riesgo, ya que se implementaría de forma gradual.“Esta es una medida que incluso fue presentada en la socialización de gobierno de mi esposo, Salvador Nasralla. No sería un golpe a la economía porque no se haría de una sola vez, sino de manera gradual”, señaló.Según detalló, la reducción se aplicaría año con año hasta alcanzar el 12%. “En el primer año estaríamos pagando un 14% del Impuesto Sobre Ventas, en el segundo año un 13% y en el tercer año un 12%”, explicó.La diputada afirmó que la propuesta contribuiría a dinamizar la economía y mejorar la capacidad de compra de los sectores más vulnerables.“Es una medida que fortalecería el poder adquisitivo de las personas más pobres, de la gente más vulnerable que hoy no tiene las condiciones para poder pagar la canasta básica”, concluyó.El proyecto fue presentado ante el Congreso Nacional; sin embargo, deberá ser discutido por los demás diputados en el hemiciclo legislativo para determinar si será aprobado o no.Desde el 2014, en Honduras la tasa del ISV es de 15%, tras reformas tributarias.

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economia 5 de marzo

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economia 5 de marzo

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economia 5 de marzo

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economia 5 de marzo

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economia 5 de marzo

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Deuda Pública Explota: ¿Tu Sueldo en Riesgo?
economia 5 de marzo

Deuda Pública Explota: ¿Tu Sueldo en Riesgo?

O crescimento da Dívida Pública Federal (DPF) em 2025 acendeu um alerta no cenário fiscal brasileiro e trouxe impactos que vão além das contas do governo. Dados divulgados pelo Tesouro Nacional mostram que a dívida encerrou o ano em R$ 8,635 trilhões, uma alta de 18% em relação aos R$ 7,316 trilhões registrados no fim de 2024, segundo informações publicadas pela Agência Brasil. Rodrigo Mendes, advogado e CEO da Pegcard, diz que o movimento tende a manter o custo do dinheiro elevado na economia, afetando diretamente o bolso do servidor público. O principal fator por trás da expansão foi o volume de juros incorporados ao estoque da dívida, que somou R$ 879,9 bilhões ao longo do ano. Com a taxa Selic em 15% ao ano, o custo financeiro passou a representar parcela relevante da variação do endividamento federal.Para Mendes, que também é especialista em finanças voltadas ao funcionalismo, o tema precisa ser traduzido para a realidade das famílias. "Quando a dívida pública cresce, o custo do dinheiro tende a subir e isso chega ao bolso do servidor. Juros elevados na economia acabam se refletindo nas linhas de crédito e no custo de vida"Juros foram o principal motor da altaEmbora novas emissões tenham contribuído para o avanço da dívida, o componente mais relevante foi a apropriação de juros. Segundo o Tesouro, o valor incorporado em 2025 foi suficiente para explicar a maior parte da expansão do endividamento.Analistas de mercado destacam que esse movimento cria um ciclo desafiador: juros altos elevam o custo da dívida pública, que por sua vez exige maior esforço fiscal e tende a manter as taxas em patamar elevado por mais tempo.Na avaliação de Mendes, esse ambiente reforça a importância de escolhas financeiras mais estratégicas. "Em períodos de juros altos, o servidor precisa redobrar a atenção. Linhas com taxas mais controladas, como o crédito consignado bem planejado, ganham ainda mais relevância para evitar o efeito bola de neve"Emissões líquidas também impactaram o endividamentoOutro fator associado à alta foi a captação adicional de recursos por parte do governo. Em 2025, o Tesouro Nacional emitiu R$ 439 bilhões a mais do que resgatou em títulos públicos, evidenciando a continuidade da dependência de financiamento via mercado.Para a imprensa econômica, o dado sinaliza que o setor público segue demandando recursos relevantes, o que mantém a sensibilidade do sistema financeiro às condições fiscais.Do ponto de vista do consumidor, Mendes avalia que o cenário exige cautela. "Quando o governo precisa captar mais e os juros estão altos, todo o sistema de crédito sente. Para a pessoa física, isso significa que o planejamento financeiro deixa de ser opcional e passa a ser essencial"Estrutura da dívida aumenta sensibilidade à SelicA composição da dívida também chama atenção. Atualmente, 48,25% dos títulos federais estão atrelados à Selic, o que amplia a exposição do estoque às variações da política monetária.Quanto maior a taxa básica de juros, maior tende a ser o custo de carregamento da dívida pública. Esse cenário indica a possibilidade de manutenção de taxas de crédito elevadas por período prolongado.Para o CEO da Pegcard, o impacto chega de forma direta ao servidor público. "Juros altos por mais tempo significam crédito mais caro na ponta e maior pressão sobre o orçamento das famílias. Por isso, educação financeira e uso consciente do crédito são ferramentas fundamentais neste momento"Tema macro que chega ao bolso do servidorEmbora a trajetória da dívida pública seja um tema macroeconômico, suas variações podem influenciar condições de crédito e planejamento financeiro, inclusive para servidores públicos.Com o custo do dinheiro impactado, Rodrigo Mendes, advogado e CEO da Pegcard recomenda:Revisão periódica do orçamento;Priorização de dívidas com juros mais altos;Uso responsável do crédito consignado;Formação de reserva para imprevistos.Em um ambiente de juros elevados e maior sensibilidade fiscal, a organização financeira tende a se tornar um dos principais aliados do servidor para preservar o poder de compra ao longo de 2026.Para mais informações, basta acessar: https://www.linkedin.com/company/somospegcard/

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