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Irã ameaça atacar forças e navios dos EUA caso haja intervenção nos protestos

Irã ameaça atacar forças e navios dos EUA caso haja intervenção nos protestos

O Ir afirmou que atacará alvos militares e navios dos Estados Unidos caso haja uma interven o americana em apoio aos manifestantes durante a onda de protestos em curso no país. A amea a foi feita pelo presidente do parlamento iraniano, Mohammad Bagher Ghalibaf, em um discurso transmitido pela TV estatal no último domingo (11).

"No caso de um ataque militar dos Estados Unidos, tanto o território ocupado quanto os centros militares e navios dos EUA ser o nossos alvos legítimos", disse Ghalibaf, aparentemente se referindo também a Israel, que a república isl mica n o reconhece.

Os protestos no Ir , que já duram quase duas semanas, deixaram ao menos 538 mortos, segundo uma ONG que monitora a situa o no país. As manifesta es, que come aram em resposta infla o crescente, se espalharam por todas as 31 províncias do país e se voltaram contra o establishment clerical que governa desde a Revolu o Isl mica de 1979.

As autoridades iranianas intensificaram os esfor os para conter os distúrbios, com a Guarda Revolucionária acusando "terroristas" de atacarem instala es de seguran a. O governo também imp s um bloqueio digital, cortando a internet internacional e a intranet doméstica, o que dificulta a verifica o dos dados sobre os protestos.

Apesar da repress o, os manifestantes continuam nas ruas, incendiando mesquitas, nibus e barricadas em Teer , Mashhad e mais de 100 cidades. O presidente do Ir , Masoud Pezeshkian, pediu que a popula o mantenha dist ncia do que chamou de "terroristas e baderneiros", mas também tentou buscar um diálogo com os manifestantes.

As For as Armadas dos EUA afirmaram que, no Oriente Médio, est o "posicionadas com for as que abrangem toda a gama de capacidade de combate para defender nossas for as, nossos parceiros e aliados e os interesses dos EUA". No entanto, Israel n o sinalizou desejo de atuar na crise, com as tens es entre os dois países elevadas devido s preocupa es de Tel Aviv com os programas nuclear e de mísseis balísticos do Ir .

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