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Protestos no Irã: Trump promete ajudar iranianos a alcançar liberdade "como nunca antes

Protestos no Irã: Trump promete ajudar iranianos a alcançar liberdade "como nunca antes

Os Estados Unidos est o "prontos para ajudar" os iranianos a alcan ar a liberdade "como nunca antes", prometeu o presidente Donald Trump, enquanto manifesta es contra o regime isl mico ganhavam as ruas de Teer , marcando a entrada na terceira semana de protestos contra a crise econ mica.

As imagens que circulam nas redes sociais e s o transmitidas por canais de televis o em língua persa, fora do Ir , mostram que os protestos se espalharam para além da capital, com manifesta es documentadas em algumas das principais cidades, como Mashhad, Tabriz e Qom.

O receio de que o governo reprima mais violentamente os protestos se intensifica medida que a crise recrudesce, com manifestantes queimando bandeiras e retratos do líder supremo do país, o aiatolá Ali Khamenei, que denuncia uma "inger ncia" de Washington. Os iranianos est o sem acesso internet desde a última quinta-feira, em meio contesta o mais veemente ao regime nos últimos tr s anos.

A situa o representa um dos principais desafios s autoridades teocráticas que governam o país desde a Revolu o Isl mica de 1979. O secretário de Estado, Marco Rubio, afirmou que "os Estados Unidos est o ao lado do corajoso povo iraniano".

Reza Pahlavi, filho exilado do último xá do Ir , celebrou a "magnífica" participa o nas manifesta es de sexta-feira e estimulou os iranianos a organizarem protestos mais focados durante o fim de semana e a "tomarem e controlarem os centros urbanos". Pahlavi anunciou que está se preparando para "retornar pátria" em breve.

A Anistia Internacional informou que está analisando evid ncias que sugerem que a repress o se intensificou nos últimos dias. Desde o início dos protestos, em 28 de dezembro, pelo menos 51 manifestantes, incluindo nove crian as, morreram e centenas de feridos, segundo um comunicado divulgado pela Iran Human Rights.

Para Ricardo Caichiolo, professor de rela es internacionais, a repress o violenta aos manifestantes, incluindo menores, amplia o isolamento internacional do Ir e dificulta avan os no diálogo diplomático. "Esse cenário compromete negocia es econ micas e nucleares, refor a o regime de san es e limita as possibilidades de reintegra o do país a fóruns multilaterais."

O aiatolá Ali Khamenei criticou os "v ndalos" que, segundo ele, est o por trás dos protestos, e acusou os Estados Unidos de estimulá-los. "Estamos em plena guerra", refor ou Ali Larijani, um dos conselheiros do líder supremo e chefe da principal ag ncia de seguran a do país, denunciando "incidentes orquestrados no exterior".

A economia iraniana enfrenta infla o acima de 40%, forte desvaloriza o da moeda e queda de receitas devido s san es que limitam a exporta o de petróleo. A combina o entre isolamento externo e prioriza o de gastos militares reduziu o poder de compra, ampliou o desemprego e transformou a crise econ mica em insatisfa o política generalizada.

Embora o governo consiga conter manifesta es pontuais com for a, a insatisfa o política se tornou difusa e persistente, indicando um quadro de instabilidade prolongada no Ir .

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