Os Estados Unidos est o avaliando a possibilidade de remover algumas das san es econ micas impostas Venezuela já na próxima semana, com o objetivo de facilitar a venda de petróleo do país, conforme afirmou neste sábado (10) o secretário do Tesouro americano, Scott Bessent.
De acordo com informa es da ag ncia Reuters, desde a opera o militar realizada no último dia 3 para tentar capturar o presidente venezuelano, Nicolás Maduro, e retirá-lo do país, o governo americano afirmou que passaria a controlar o comércio do petróleo venezuelano.
Entre as san es aplicadas Venezuela, os EUA proibiram bancos internacionais e outros credores de negociar com o governo venezuelano sem a aprova o americana. Isso porque a Venezuela possui uma dívida de US$ 150 bilh es com credores internacionais, o que dificulta novos investimentos no país.
O secretário do Tesouro, Scott Bessent, mencionou a possibilidade de liberar cerca de US$ 5 bilh es em ativos monetários da Venezuela, atualmente congelados no Fundo Monetário Internacional (FMI) sob a forma de Direitos Especiais de Saque. Segundo ele, esse montante poderia ser utilizado na reconstru o do país.
Bessent também disse que o Tesouro analisa mudan as para repatriar ao país sul-americano as receitas das vendas do petróleo atualmente armazenado principalmente em navios. Ele informou que deve se reunir com autoridades do FMI e do Banco Mundial para discutir a retomada das rela es comerciais com a Venezuela.
Anteriormente, o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, havia afirmado que a Venezuela n o pode transportar seu petróleo sem a permiss o das autoridades americanas, pois elas s o responsáveis por controlar o tráfego de petroleiros que saem do país. No entanto, Rubio n o forneceu uma data específica para a retomada das exporta es de petróleo venezuelanas.
O presidente dos EUA, Donald Trump, quer que as gigantes do setor petrolífero invistam US$ 100 bilh es na Venezuela, como parte de uma estratégia para ampliar a influ ncia dos Estados Unidos na regi o. Porém, algumas companhias t m demonstrado resist ncia a essa iniciativa.









