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Postegan votación para criminalizar la misoginia en Brasil tras fuertes tensiones entre Tabata Amaral y el PL
politica 15 jul

Postegan votación para criminalizar la misoginia en Brasil tras fuertes tensiones entre Tabata Amaral y el PL

LAURA SCOFIELD BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) A deputada Tabata Amaral (PSB-SP) disse que o PL (Partido Liberal) foi a única bancada que não quis conversar sobre o projeto de lei que inclui a misoginia entre os crimes de racismo. A votação do texto foi adiada nesta terça-feira (14), sem data prevista. O texto foi aprovado pelo Senado Federal em março por unanimidade. "Desde o início, tratei essa pauta como prioridade absoluta. Fiz tudo o que estava ao meu alcance para construir um acordo que permitisse a aprovação do projeto. Estive com todas as bancadas, com exceção do Partido Liberal (PL), que não quis dialogar. Ouvi as contribuições apresentadas, incorporei sugestões e trabalhei para chegar a um texto equilibrado, sem abrir mão da proteção às mulheres", afirmou a relatora do projeto em nota à imprensa. À Folha de S.Paulo, o líder do PL na Câmara Sóstenes Cavalcante (PL-RJ) disse que Tabata se reuniu com o deputado Lafayette de Andrada (PL-MG), que representou o partido. "Ele não foi atendido nas demandas que colocou para a relatora", afirmou. Tabata disse que a conversa com o deputado não foi em nome do partido, "que foi procurado diversas vezes pela parlamentar e equipe, sem retorno". O texto mais recente define misoginia como "a prática, a indução ou a incitação de violência, de restrição ao pleno exercício de direitos ou de ofensa à dignidade da mulher, em razão da condição de mulher". A proposta altera a legislação sobre racismo e inclui a misoginia nas punições já previstas para injúrias e ofensas à dignidade ou decoro por razão de raça, cor, etnia ou procedência nacional. Praticar, induzir ou incitar discriminação pela condição de mulher, por exemplo, passaria a ser punido com reclusão de um a três anos e multa. Com o adiamento, a análise do texto pode ficar para após as eleições. A Câmara entrará em recesso ao fim desta quarta-feira (15). Depois, em razão do calendário especial para o pleito, só haverá mais duas semanas com votações no plenário até o início de novembro. De acordo com a assessoria, a relatora ainda tentará aprovar o texto nessas sessões, que ocorrerão em agosto e setembro. Na nota, Tabata também disse que o presidente da Câmara Hugo Motta (Republicanos-PB) "enfrenta forte pressão", o que tem levado ao adiamento do que considera "pautas essenciais para a população". Em março, quando anunciou a criação de um grupo de trabalho para debater a proposta, Motta disse que pretendia levar o texto ao plenário ainda em junho, previsão que passou para julho após reunião de líderes. Em 1o de julho, o presidente pautou a urgência do projeto, que foi aprovada, acelerando sua tramitação na Câmara, apesar da resistência da bancada evangélica. De acordo com Tabata, Motta participou da construção para tentar aprovar o texto na quarta-feira (15), mas não houve acordo. A relatora e a presidente da bancada feminina Jack Rocha (PT-ES) se reuniram com o governo federal nesta tarde em busca de finalizar as negociações. "É lamentável que um projeto tão importante para garantir mais segurança, dignidade e direitos às mulheres tenha sido adiado, mas essa história está longe de terminar. Vou intensificar a articulação e seguir pressionando para que a misoginia seja criminalizada o quanto antes. As mulheres do nosso país não podem continuar esperando por uma proteção que é urgente e necessária", afirma a deputada. Lafayette disse à reportagem que conversou com a relatora nos últimos dias e sugeriu que, ao invés de definir o que é misoginia na Lei do Racismo, ela alterasse a Lei Maria da Penha. O deputado explicou ter proposto que a violência descrita na lei, atualmente restrita ao contexto doméstico, familiar ou de relação íntima de afeto, fosse ampliada para incluir toda a sociedade. Além disso, ele propôs aumento de pena para quando os crimes de incitação à violência e apologia à violência, previstos no Código Penal, fossem contra mulheres. De acordo com ele, a definição de misoginia proposta pela deputada estava "cheia de imprecisões técnicas". "Não está protegendo a mulher, está criando um troço nebuloso, que não tem definição, que vai criar é medo em todo mundo", afirmou à Folha de S.Paulo. Lafayette falou ainda que foi instruído pelo líder do partido a falar com a deputada e recebeu respaldo do grupo, mas não se apresentou a ela como representante do PL. Tabata afirma que a conversa com Lafayette foi breve e que "muitas (das sugestões) já estavam contempladas no texto, enquanto as demais a deputada conseguiu encaminhar". Nesta tarde, deputadas como Tabata, Jack Rocha, Benedita da Silva (PT-RJ), Fernanda Melchionna (Psol-RS) e Jandira Feghali (PCdoB-RJ) promoveram uma coletiva de imprensa em defesa do projeto na Câmara dos Deputados. Elas pediram que o texto fosse votado nesta semana. "Não podemos perder ninguém pelo discurso, principalmente das fake news que têm sido divulgadas e que desumanizam as mulheres brasileiras", afirmou a presidente da bancada feminina.

CazéTV rompe récord de audiencia en YouTube con la semifinal Francia vs. España
deportes 15 jul

CazéTV rompe récord de audiencia en YouTube con la semifinal Francia vs. España

Com a transmissão exclusiva do jogo entre França e Espanha na semifinal da Copa do Mundo, nesta terça-feira (14), a CazéTV bateu um novo recorde de audiência no YouTube. O canal esportivo da Livemode alcançou 24,2 milhões de aparelhos conectados. Com o resultado, o jogo se transformou na transmissão ao vivo mais vista da história da plataforma de vídeos do Google, criada em 2005. O recorde anterior era do próprio canal, com a disputa entre Noruega e Inglaterra, no sábado (11), que chegou a 21,2 milhões.A CazéTV foi a única a exibir todos os 104 jogos da Copa de 2026. Além do número alto em audiência, o projeto esportivo também ultrapassou a marca de 40 milhões de inscritos no YouTube, tornando-se um dos canais mais seguidos do Brasil. A final, marcada para domingo (19), será exibida por todos os canais que detêm os direitos de transmissão. Na quarta-feira (15), a outra semifinal, que terá Inglaterra e Argentina terá, além da CazéTV, exibição da Globo, da GE TV, do SporTV, do SBT e do N Sports. O jogo de terceiro lugar, que será no sábado (18), seria exclusivo da CazéTV. Contudo, a saída da seleção brasileira antes das quartas de final fez com que a partida também tenha transmissão dos outros detentores. TELEVISÃO Com França x Espanha, CazéTV bate novo recorde de audiência do YouTube Canal esportivo da Livemode alcançou 24,2 milhões de aparelhos conectados com jogo exclusivo. Recorde anterior era do próprio canal, com a disputa entre Noruega e Inglaterra, no sábado (11) ...

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