deportesSelecciones africanas denuncian criterio desigual de la FIFA en el Mundial 2026
Seleções africanas têm reclamado da conduta de parte dos árbitros da Copa do Mundo 2026 em partidas contra grandes seleções. Jogadores, técnicos e torcedores protestam por pênaltis e expulsões não marcadas, e defendem que conduta é desigual em relação à equipes tradicionais. Num dos casos mais recentes, as reclamações são pela conduta do árbitro brasileiro Wilton Pereira Sampaio no confronto entre Senegal e Noruega na segunda-feira pela segunda rodada do Grupo I. No segundo tempo, o meia senegalês Gueye avançou na área, mas foi atingido no pescoço pelo braço do zagueiro norueguês David Moller Wolfe. Jogadores das suas seleções cercaram Sampaio, que escutou o VAR no fone mas não conferiu o replay do lance no monitor. O árbitro acabou marcando apenas tiro de meta, e não pênalti para o Senegal. 'VAR foi tomar café?' Outros dois lances aconteceram nesta terça-feira, na partida entre Gana e Inglaterra, que terminou num empate sem gols. No primeiro, o atacante Prince Kwabena Adu estava na área quando o zagueiro inglês Ezri Konsa atingiu seu joelho e o derrubou. O técnico ganês Carlo Queiroz insistiu que um pênalti deveria ter sido marcado, o que o hondurenho Saíd Martínez não fez, nem consultou o VAR. O segundo lance também foi contra Adu, numa bola dividida com o goleiro Pickford no segundo tempo. Para o treinador de Gana, o goleiro deveria ter sido expulso. 'O VAR foi tomar café?', ele questionou. "Não tenho certeza se o VAR ainda está funcionando na Copa do Mundo. Ainda temos VAR? Está funcionando?", afirmou Queiroz, em tom sarcástico. "Desculpe pelo meu sarcasmo, mas se eu disser essas coisas a sério, eles me punem, então espero que você entenda que estou brincando." O confronto entre Inglaterra e Gana provocou reclamações também dos paraguaios. Isso porque O inglês Jude Bellingham foi flagrado cobrindo a boca durante conversa com o atacante rival Jordan Ayew. A postura, porém, é vetada pela chamada "Lei Vini Jr.", estabelecida após insultos racistas ao jogador brasileiro durante uma partida da Liga dos Campões. Bellingham não foi punido. Os paraguaios reclamam porque o jogador Miguel Almirón foi punido por cobrir a boca durante partida contra a Turquia, e vai desfalcar o Paraguai na última partida da fase de grupos contra a Austrália, na próxima semana, jogo que decidirá se a seleção avançará ou não às fases eliminatórias. 'Se fosse contra nós...' Um dos casos envolveu o confronto entre Egito e Bélgica, pela primeira rodada do Grupo G, que terminou empatado em 1 a 1. Nos minutos finais da partida, o atacante Zizo invadiu a área e tentou cortar para passar pelo lateral belga De Cuyper, que interrompeu a jogada e chegou a envolvê-lo brevemente com os braços. Por causa do lance, o técnico egípcio, Hossam Hassan, acreditava que a equipe merecia um pênalti. Mas o árbitro brasileiro Ramon Abatti mandou o jogo seguir. Revoltado, Hassan reclamou com o quarto árbito, o peruano Kevin Ortega, e chegou a abraçá-lo. O craque Mohamed Salah precisou intervir para evitar uma punição. Em entrevista à televisão após o jogo, Hassan criticou duramente a decisão da arbitragem. "Tivemos um pênalti que era um milhão por cento claro. Estou chocado que o árbitro nem sequer tenha consultado o VAR. Se fosse contra nós, teria sido marcado. Estivemos perto da vitória — o Egito não é uma seleção pequena", disse ele, como destacou o USA Today. Vermelho para Messi? Outro lance que provocou irritação dos torcedores africanos foi a ausência de cartão vermelho a Lionel Messi na estreia da Argentina no Mundial, contra a Argélia. O lance em questão aconteceu por volta dos 31 minutos na derrota por 3 a 0 para Argentina. O camisa 10 argentino teria pisado na panturrilha de Aïssa Mandi durante uma disputa de bola, o que para seleção africana mereceria uma expulsão. A jogada aconteceu quando o placar do jogo já marcava 1 a 0. Em uma disputa de bola, Messi acaba acertando por trás o calcanhar de um atleta da Argélia. Mesmo com contestações no campo, o árbitro da partida, o polonês Szymon Marciniak, decidiu que aquele não era um lance para cartão e Messi seguiu em campo para marcar os outros dois gols da Argentina. Lance de Messi que poderia ter gerado cartão vermelho, na avaliação dos argelinos Reprodução/FOXTV A federação de futebol da Argélia apresentou uma queixa formal à Fifa sobre a ausência de cartão vermelho a Messi. Em carta enviada à comissão de arbitragem da entidade, a federação argelina afirmou insatisfação com a decisão tomada pela equipe de arbitragem que atuou no primeiro confronto da Argélia no torneio. Na imprensa da Argélia, o lance teve repercussão negativa, com críticas à decisão da arbitragem do jogo. O “TSA Esporte” definiu o episódio como um “escândalo retumbante” de arbitragem e que Messi teria escapado de um cartão vermelho.
miércoles, 24 de junio de 2026, 13:00
GE
extra_globo
(Expanding the points above).
Word count check during writing:
Intro: ~80 words.
Senegal: ~100 words.
Ghana: ~150 words.
Bellingham/Almirón: ~100 words.
Egypt: ~120 words.
Algeria: ~120 words.
Total: ~670 words. Perfect.[===INICIO_DATOS===]
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<titulo_viral>Selecciones africanas denuncian criterios desiguales de arbitraje en la Copa del Mundo 2026</titulo_viral>
<texto_imagen>Polémica arbitral en Mundial</texto_imagen>
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Diversas selecciones nacionales africanas han manifestado su descontento y han presentado quejas formales respecto a la conducta de algunos árbitros durante la Copa del Mundo 2026. Jugadores, cuerpos técnicos y aficionados denuncian la existencia de un criterio desigual en la toma de decisiones, especialmente en partidos donde se enfrentan a selecciones consideradas como potencias tradicionales del fútbol. Las protestas se centran principalmente en la omisión de penaltis y la ausencia de tarjetas rojas que, según los afectados, habrían sido señaladas en circunstancias distintas.
Uno de los incidentes más recientes y comentados ocurrió durante el enfrentamiento entre Senegal y Noruega, correspondiente a la segunda jornada del Grupo I. En el segundo tiempo del encuentro, el mediocampista senegalés Gueye avanzó hacia el área penal, momento en el cual fue impactado en el cuello por el brazo del defensor noruego David Moller Wolfe. A pesar de que los jugadores de ambos equipos rodearon al árbitro brasileño Wilton Pereira Sampaio y que este último escuchó la comunicación del VAR a través de sus auriculares, el colegiado decidió no revisar la jugada en el monitor. Como resultado, Sampaio no señaló el penalti y marcó un tiro de meta a favor de Noruega.
La tensión aumentó este martes durante el partido entre Ghana e Inglaterra, que finalizó en un empate sin goles. En este encuentro se produjeron dos jugadas polémicas involucrando al delantero Prince Kwabena Adu. En la primera, el atacante ghanés fue derribado dentro del área tras un golpe en la rodilla provocado por el defensor inglés Ezri Konsa. El seleccionador de Ghana, Carlo Queiroz, insistió en que la acción debía ser sancionada como penalti, pero el árbitro hondureño Saíd Martínez no tomó la decisión ni consultó el sistema VAR.
La segunda acción conflictiva ocurrió también con Adu, quien disputó un balón con el portero inglés Jordan Pickford. Para Queiroz, la intervención del guardameta ameritaba una expulsión directa. Tras el partido, el técnico ghanés expresó su frustración con sarcasmo, cuestionando si el VAR todavía estaba operativo en el torneo. "No estoy seguro de si el VAR sigue funcionando en la Copa del Mundo. ¿Aún tenemos VAR? ¿Está funcionando?", señaló Queiroz, añadiendo que recurre al sarcasmo para evitar posibles sanciones disciplinarias.
El encuentro entre Inglaterra y Ghana también generó malestar entre la delegación de Paraguay. La polémica surgió cuando el inglés Jude Bellingham fue captado cubriendo su boca mientras conversaba con el jugador Jordan Ayew. Esta acción está prohibida bajo la denominada "Lei Vini Jr.", implementada tras insultos racistas en la Liga de Campeones. A pesar de esto, Bellingham no recibió sanción alguna. Los paraguayos reclamaron esta disparidad, ya que Miguel Almirón fue sancionado por una acción similar en un partido contra Turquía, lo que provocará que el jugador se pierda el decisivo encuentro contra Australia en la fase de grupos.
Por otro lado, la selección de Egipto también reportó irregularidades en su partido contra Bélgica del Grupo G, el cual terminó en empate 1-1. En los minutos finales, el delantero Zizo fue interrumpido por el lateral belga De Cuyper dentro del área, quien llegó a envolverlo con los brazos. El técnico egipcio, Hossam Hassan, consideró que el penalti era evidente, pero el árbitro brasileño Ramon Abatti permitió que el juego continuara. Hassan, visiblemente molesto, llegó a abrazar al cuarto árbitro, Kevin Ortega, en un gesto de reclamo, requiriendo la intervención de Mohamed Salah para evitar una sanción. Posteriormente, Hassan afirmó que el penalti era "un millón por ciento claro" y criticó que el VAR no fuera consultado, asegurando que si la falta hubiera sido cometida por Egipto, el penalti habría sido marcado.
Finalmente, la federación de fútbol de Argelia ha presentado una queja formal ante la Fifa por lo sucedido en su debut contra Argentina. Durante la derrota por 3-0, el capitán argentino Lionel Messi pisó la pantorrilla de Aïssa Mandi en una disputa de balón cuando el marcador era de 1-0. A pesar de las protestas en el campo, el árbitro polaco Szymon Marciniak decidió no mostrar la tarjeta roja, permitiendo que Messi permaneciera en el juego y anotara dos goles más. La prensa argelina, específicamente el medio "TSA Esporte", calificó el episodio como un "escándalo retumbante" de arbitraje.