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Acordo Mercosul-UE aprovado, CNI celebra "passo decisivo" para indústria brasileira

Acordo Mercosul-UE aprovado, CNI celebra "passo decisivo" para indústria brasileira

A Confedera o Nacional da Indústria (CNI) celebrou a aprova o do acordo de livre comércio entre o Mercosul e a Uni o Europeia (UE) como um "passo significativo para avan ar na inser o internacional do Brasil e para o fortalecimiento da indústria nacional".

Segundo a entidade, o acordo é "o mais moderno e abrangente já negociado pelo Mercosul" e deve gerar impactos econ micos e sociais expressivos. De acordo com as proje es da CNI, a cada R$ 1 bilh o exportado do Brasil para a UE, ser o criados 21,8 mil empregos e movimentados R$ 441,7 milh es em massa salarial e R$ 3,2 bilh es em produ o.

O presidente da CNI, Ricardo Alban, afirmou que a aprova o do tratado pela UE "é um passo decisivo e cria as condi es políticas necessárias para avan armos rumo assinatura". Ele espera que o processo seja concluído "quanto antes, para podermos transformar esse avan o institucional em oportunidades concretas de comércio, investimentos e aumento da competitividade do país".

A CNI avalia que o acordo deve promover impactos mais significativos sobre os investimentos bilaterais, ao ampliar a previsibilidade regulatória, reduzir barreiras tarifárias e fortalecer disciplinas relacionadas facilita o de comércio e investimentos.

Em 2024, a UE foi destino de 48,2 bilh es de dólares das exporta es brasileiras, o que equivale a 14,3% do total exportado pelo país. Ainda naquele ano, o bloco respondeu por 47,2 bilh es de dólares das importa es brasileiras, o que corresponde a 17,9% do total.

A aprova o do tratado pela UE nesta sexta-feira (9) abre caminho para que o pacto seja assinado já na próxima semana entre o bloco europeu e o Mercosul. O acordo é considerado o maior já firmado pela UE em termos de redu o de tarifas e cria uma ampla zona de comércio que envolve cerca de 780 milh es de pessoas.

Enquanto o texto segue para possíveis ratifica es no Parlamento Europeu e nas legislaturas nacionais, a medida já provoca rea es distintas entre setores políticos e produtivos. Países como Fran a e Irlanda anunciaram que iriam votar contra, manifestando preocupa o com os efeitos sobre os seus agricultores.

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