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Bancos Preveem Desaceleração do Crédito e Leve Aumento da Inadimplência em 2026

Bancos Preveem Desaceleração do Crédito e Leve Aumento da Inadimplência em 2026

A maioria dos bancos espera que a concess o de crédito desacelere em 2026, enquanto a inadimpl ncia deve apresentar leve crescimento, segundo a Pesquisa de Economia Bancária e Expectativas da Febraban (Federa o Brasileira de Bancos), divulgada nesta quinta-feira (1 ).

As institui es preveem que a carteira de crédito total tenha crescido 9,2% no ano passado. Para 2026, a expectativa é alta de 8,2%, uma melhora suave em rela o edi o anterior da pesquisa, que apontava um aumento de 8,9% para 2025 e de 7,9% para 2026.

Segundo a Febraban, a melhora pode ser explicada pela expans o no crédito direcionado a pessoas jurídicas, sustentado pelos programas governamentais. Outro fator mencionado é a resili ncia do crédito habitacional, que tem compensado o menor dinamismo do crédito rural.

"A alta das proje es do saldo do crédito para 2026 vem em linha com as divulga es recentes, que mostram que 2025 foi marcado por uma modera o bastante gradual do mercado de crédito, que permaneceu com um crescimento razoavelmente robusto, mesmo com o elevado nível da taxa Selic", afirma Rubens Sardenberg, diretor de economia, regula o prudencial e riscos da Febraban.

A taxa de inadimpl ncia, por sua vez, segue como um ponto de aten o. A proje o para 2025 permaneceu em 5,1%, enquanto para 2026, subiu para 5,2% (ante 5,1% na edi o anterior).

A pesquisa também apontou que a maioria dos bancos (70%) v o início do ciclo de queda da Selic apenas em mar o, com uma redu o de 0,50 ponto percentual na taxa. Além disso, 50% dos participantes projetam que a infla o em 2026 deve ficar acima da meta do Banco Central, devido aos estímulos fiscais e de crédito.

"A principal quest o agora parece ser qual velocidade o Copom conseguirá cortar os juros ao longo do ano. Por ora, as expectativas ainda s o conservadoras e indicam uma trajetória moderada de corte", diz Sardenberg.

Quanto meta fiscal, nenhum participante espera que o governo a descumpra em 2026, mas 80% acreditam que ser o necessárias medidas adicionais para atingi-la, como bloqueios, contingenciamentos e retirada de despesas do arcabou o fiscal.

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