ÚLTIMA HORA

Cobertura global las 24 hs. • martes, 14 de julio de 2026 • Noticias actualizadas al minuto.

Menú

São Paulo endurece restricciones hídricas por caída en el Sistema Cantareira

O volume útil das represas do Sistema Cantareira caiu para baixo de 40%, e São Paulo inicia o mês de julho com um regime de restrição hídrica mais severo, informou hoje a Agência de Águas do Estado de São Paulo (SP Águas). Segundo comunicado do órgão, com o inverno entrando num período mais seco, o Sistema Integrado Municipal de represas passa agora da situação de "Atenção" (faixa 2) para a de "Alerta" (faixa 3). Água mais escassa: Sob ameaça de nova crise, Cantareira terá mais peso em decisões sobre restrição de consumo Com a medida, a Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) terá de reduzir a taxa máxima de captação de água no sistema de 31 m3/s para 27 m3/s. "Como medida de mitigação, a Sabesp poderá utilizar em julho, além dos 27 m3/s autorizados do Sistema Cantareira, a vazão eventualmente transposta no reservatório da Usina Hidrelétrica Jaguari, na bacia do rio Paraíba do Sul, respeitado o limite outorgado", disse o comunicado. Empréstimo hídrico: São Paulo recorre novamente a Bacia Paraíba do Sul para reforçar abastecimento A mudança anunciada hoje na dinâmica de gestão do sistema para evitar que a cidade entre em crise hídrica é a primeira desde que a Secretaria de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística (Semil) mudou os critérios para gestão do sistema. Antes, as mudanças no regime de restrição eram feitas com base no volume útil de água em todo o sistema integrado. Agora, uma situação mais preocupante apenas no Cantareira já pode desencadear medidas mais duras. A decisão foi tomada por esse sistema de represas que ficam ao norte da capital representar uma estrutura mais crucial para abastecimento de água na cidade. Normalmente, o Cantareira é responsável por dois terços dos recursos hídricos consumidos na região metropolitana, mas neste ano seu volume está representando apenas metade do sistema total. "Nesta terça-feira, 30 de junho, o Sistema Cantareira registrou 39,87% de seu volume útil, apresentando uma leve queda em relação aos 40,52% observados em 29 de maio, último dia útil do mês de maio", afirmou a SP Águas, que agora anuncia suas alterações sempre no último dia de cada mês. "Como o volume útil está na faixa entre 30% e 40% no último dia útil de junho, a operação do Sistema em julho de 2026 passará a ser na Faixa 3 - Alerta." Além da restrição de captação de água, a Sabesp deve manter a cidade sob 10 horas de gestão de demanda noturna (GDN), que implica na redução da pressão de água na rede de distribuição para reduzir a taxa de vazamentos no sistema. Atualmente, a GDN está sendo implementada por 10 horas diárias nos horários de menor demanda. A medida afeta entrada de água em imóveis nas regiões mais altas e mais periféricas da cidade. A Sabesp afirma que está tentando mitigar o impacto da GDN com um programa de instalação de caixas d'água para famílias de menor renda. As faixas de restrição na gestão hídrica em São Paulo foram determinadas em lei de 2017, após a cidade ter passado pela pior crise hídrica de sua história entre 2014 e 2016. Na épóca o Cantareira entrou no chamdo volume morto, nível abaixo do necessário para escoamento natural de água para a capital, requerendo bombeamento. Agora o sistema é administrado com base em sete faixas de restrição, da 1 (situação ideal) até a 7 (gravidade extrema), quando se decreta formalmente um rodízio na distribuição de água.

São Paulo endurece restricciones hídricas por caída en el Sistema Cantareira

São Paulo comienza el mes de julio bajo un régimen de restricciones hídricas más severo. La Agencia de Aguas del Estado de São Paulo ha informado que el volumen útil del Sistema Cantareira cayó por debajo del 40%, registrando exactamente un 39,87% al cierre de junio.

Esta situación provoca que la ciudad pase del estado de "Atención" al de "Alerta", situándose ahora en la denominada Faixa 3. Como consecuencia directa, la compañía Sabesp deberá reducir la tasa máxima de captación de agua en el sistema, bajando de 31 a 27 metros cúbicos por segundo. Para mitigar este impacto, se podrá utilizar el flujo transponido en el reservorio de la Usina Hidrelétrica Jaguari, siempre respetando los límites autorizados.

Esta medida es la primera aplicada bajo los nuevos criterios de gestión de la Secretaría de Medio Ambiente, Infraestructura y Logística. Ahora, una situación preocupante específicamente en el Cantareira puede activar restricciones más duras, ya que este sistema es crucial para el abastecimiento de la ciudad. Actualmente, el Cantareira representa solo la mitad del sistema total, cuando normalmente aporta dos tercios de los recursos hídricos de la región metropolitana.

Además de la restricción de captación, Sabesp mantiene la gestión de demanda nocturna durante 10 horas diarias. Esta acción reduce la presión de agua en la red para disminuir las fugas, afectando principalmente a los inmuebles en las zonas más altas y periféricas. Para ayudar a las familias de menores ingresos, la empresa implementa un programa de instalación de cajas de agua.

Estas reglas, establecidas por ley en 2017, buscan evitar que se repita la crisis hídrica ocurrida entre 2014 y 2016, periodo en el que el sistema alcanzó el llamado "volumen muerto".

Suscríbete a Noticias lat para más noticias.

Cobertura en Video