generalConfirman abuso sexual y agresiones físicas en la muerte del bebé Miguel en Sorocaba
Bebê dá entrada em unidade de saúde morto e com sinais de espancamento e abuso em Sorocaba Reprodução Um laudo técnico confirmou que o bebê Miguel Franco Silva, de 1 ano e 2 meses, foi vítima de agressões físicas e abuso sexual em Sorocaba (SP). O documento foi enviado à comissão especial da Câmara Municipal que investiga a morte do menino. O bebê chegou morto a uma unidade de saúde no início deste mês apresentando marcas de espancamento e violência sexual. O caso também é investigado pela Polícia Civil e pelo Ministério Público de São Paulo (MP-SP). 📲 Participe do canal do g1 Sorocaba e Jundiaí no WhatsApp A comissão de vereadores apura a conduta do Conselho Tutelar de Sorocaba. O órgão tinha recebido denúncias de negligência contra o bebê três meses antes de ele morrer. O conteúdo do laudo está sob sigilo e não foi divulgado. A comissão especial A sessão que aprovou a comissão especial foi realizada no dia 9 de junho. A investigação vai apurar possíveis falhas na rede de proteção à infância de Sorocaba. Além disso, uma outra comissão, criada pela prefeitura, também apura o caso, assim como a Polícia Civil e o Ministério Público. Os vereadores membros atuarão durante 90 dias e, ao final, elaborarão um relatório final. O primeiro encontro está previsto para esta terça-feira (9) e definirá quais vereadores farão parte da comissão, incluindo o presidente e o relator. Ao todo, 17 parlamentares assinaram o requerimento. À TV TEM, o vereador Roberto Freitas (PL), autor do requerimento, explicou que a comissão deverá chamar algumas pessoas para prestar esclarecimentos sobre a morte do bebê Miguel. Inclusive, o grupo busca apurar também se a criança estava matriculada em uma creche e se houve identificação de maus-tratos pelos professores. Câmara Municipal de Sorocaba (SP) Beatriz Pereira/g1 Conselho Tutelar já havia sido acionado Um documento obtido com exclusividade pela TV TEM aponta que o Conselho Tutelar de Sorocaba estava ciente de uma denúncia de possível negligência desde fevereiro de 2026. Conforme o documento, o Conselho Tutelar foi acionado para acompanhar a família no dia 24 de fevereiro. O menino foi levado pela mãe até uma unidade de saúde da Zona Oeste com inchaço, dor e secreção na região íntima. Além disso, ele também tinha assaduras, unhas longas e sujas e dificuldades relacionadas à higiene e alimentação. O caso, na época, foi encaminhado ao Conselho Tutelar para avaliação da situação familiar e para a adoção de medidas de proteção para a criança. Em nota, o órgão informou que recebeu a notificação feita pela rede de saúde, que apontava indícios de negligência e fragilidade nos cuidados básicos com a criança. Conselho Tutelar de Sorocaba (SP) TV TEM/Reprodução Relembre o caso O bebê Miguel morreu no dia 1o de junho, em Sorocaba. Conforme o boletim de ocorrência, o resgate foi acionado por volta das 22h após, inicialmente, a equipe ser informada de que a criança havia se engasgado. Miguel foi levado para a Unidade Pré-Hospitalar da Zona Norte. Os profissionais tentaram reanimar o menino, mas confirmaram a morte em seguida. No entanto, segundo a avaliação preliminar, a criança estava morta há cerca de uma hora antes mesmo de o socorro ser acionado. À polícia, a mãe e o padrasto negaram as agressões e disseram que os machucados foram causados pela própria criança. Os dois passaram por uma audiência de custódia, tiveram a prisão em flagrante convertida para preventiva e devem permanecer presos até o fim das investigações. O boletim de ocorrência aponta que havia lesões na cabeça, marcas de mordidas nos lábios e ferimentos no nariz, nas orelhas e nos dedos das mãos e dos pés. Além disso, a equipe de enfermagem encontrou uma lesão grave na região anal e um afundamento craniano. Uma perícia apontou que havia manchas de sangue em diversos cômodos da casa do casal, onde o bebê morava. Unidade Pré-Hospitalar da Zona Norte de Sorocaba (SP) Divulgação Initial plugin text Veja mais notícias da região no g1 Sorocaba e Jundiaí VÍDEOS: assista às reportagens da TV TEM
martes, 23 de junio de 2026, 14:56
BR
g1globo
Un laudo técnico oficial ha confirmado que el pequeño Miguel Franco Silva, de tan solo un año y dos meses de edad, fue víctima de graves agresiones físicas y abuso sexual antes de fallecer. El documento, que arroja luz sobre la brutalidad del crimen, ha sido entregado a una comisión especial de concejales de la ciudad de Sorocaba, en el estado de São Paulo, quienes se encargan de seguir de cerca los desdoblamientos de este caso que ha conmocionado a la comunidad.
El trágico desenlace ocurrió a principios de este mes, cuando el bebé ingresó sin vida en una unidad de salud. Según los registros médicos, el cuerpo del menor presentaba múltiples hematomas compatibles con una paliza. Aunque la información inicial proporcionada al servicio de emergencias (Samu) alrededor de las 22:00 horas del 1 de junio sugería que la criança se había asfixiado, los exámenes posteriores desmintieron categóricamente esta versión.
Al llegar a la Unidad Pré-Hospitalar (UPH) de la Zona Norte, el equipo médico intentó reanimar al bebé sin éxito. La evaluación preliminar determinó que Miguel ya había fallecido al menos una hora antes de que se solicitara el auxilio médico. Durante la revisión clínica, el personal de enfermería constató la presencia de diversas marcas de violencia, incluyendo signos claros de espancamiento y abuso sexual, detalles que posteriormente fueron ratificados por el peritaje oficial.
La investigación criminal, liderada por la Policía Civil y el Ministerio Público de São Paulo (MP-SP), incluyó una inspección detallada en el domicilio donde residía la familia. Durante la diligencia, los peritos encontraron manchas de sangre distribuidas por varias habitaciones de la vivienda, lo que refuerza la tesis de una agresión violenta en el hogar. Tanto la madre como el padrastro del niño negaron haber cometido las agresiones, alegando ante las autoridades que las heridas fueron provocadas por el propio bebé. Sin embargo, ambos fueron sometidos a una audiencia de custodia, donde su prisión en flagrante fue convertida en preventiva, permaneciendo detenidos mientras continúa el proceso judicial.
Paralelamente a la vía penal, la Cámara Municipal de Sorocaba ha puesto el foco en la red de protección a la infancia. El pasado 9 de junio se aprobó la creación de una comisión especial, integrada por 17 parlamentarios, con el objetivo de investigar posibles fallas sistémicas que permitieron que este crimen ocurriera. Esta comisión dispondrá de un plazo de 90 días para presentar un informe final detallado.
El concejal Roberto Freitas (PL), autor de la solicitud de apertura de la comisión, ha enfatizado la responsabilidad de los legisladores en identificar los errores de la red asistencial. Según Freitas, es imperativo descubrir por qué no se detectaron a tiempo las señales de alerta para evitar que tragedias similares se repitan. En este sentido, el grupo parlamentario busca determinar si el menor estaba matriculado en alguna guardería y si el personal docente llegó a notar indicios de maltrato. Asimismo, se ha revelado que la madre del bebé recibía atención en el Centro de Atención Psicosocial (CAPS) de la ciudad.
Uno de los puntos más críticos de la investigación es la actuación del Consejo Tutelar de Sorocaba. Un documento obtenido en exclusiva revela que el organismo ya había sido alertado sobre la situación de Miguel tres meses antes de su muerte. El 24 de febrero, tras llevar al niño a un centro de salud de la Zona Oeste, se notificó al Consejo Tutelar sobre indicios de negligencia y fragilidad en los cuidados básicos. En aquella ocasión, el bebé presentaba descuido en la higiene personal y hematomas en brazos y piernas. A pesar de esta notificación, el desenlace fatal ocurrió en junio.
La comisión de concejales ya ha mantenido reuniones con representantes de la Policía Civil y el Ministerio Público. Como parte de su agenda de trabajo, se programó un encuentro a puerta cerrada con los consejeros tutelares de la zona oeste para analizar el protocolo de atención brindado al menor antes de su fallecimiento. Por el momento, el contenido detallado del laudo médico permanece bajo sigilo para no entorpecer las diligencias judiciales en curso.