generalCiências no Arvorar: El proyecto en São Paulo que transforma el bosque en un aula de ciencia abierta
O espaço no interior de SP que transforma ciência em experiências na natureza Espaço Arvorar Em uma época marcada pela perda acelerada da biodiversidade e pelo crescente distanciamento entre a população e os ambientes naturais, iniciativas que aproximam ciência e sociedade ganham importância. Em Agudos, no interior de São Paulo, o Espaço Arvorar aposta nessa missão ao transformar pesquisas científicas e temas ambientais em experiências acessíveis e educativas para diferentes públicos, principalmente estudantes, educadores e pesquisadores. Criado em 2017 e mantido pela empresa Dexco, o centro de educação ambiental conta com exposição permanente, trilhas em áreas florestais e atividades voltadas à conservação da natureza. Desde 2024, a iniciativa ganhou um novo braço com o projeto Ciências no Arvorar, que leva pesquisadores e especialistas para dialogar diretamente com o público sobre biodiversidade, fauna, recursos naturais e mudanças ambientais. Por meio de observação de aves, oficinas, palestras e experiências em campo, o espaço busca despertar o interesse pela ciência e estimular reflexões sobre a relação entre as pessoas e os ecossistemas, aproximando temas globais da realidade local. Veja mais notícias do Terra da Gente, no g1: FOTOS: Estudo reúne imagens inéditas do ‘cachorro fantasma’, um dos canídeos mais raros da Amazônia VÍDEO: Conheça as cavernas e os registros dos primeiros povos de Arcos (MG) INSPIRAÇÃO: Artesão transforma madeira em aves e celebra a fauna por meio da escultura Ciência fora da sala de aula Projeto de educação ambiental em SP aproxima população da ciência e da conservação Espaço Arvorar O Ciências no Arvorar nasceu após uma escuta realizada junto à comunidade, que apontou o interesse por mais oportunidades de acesso ao conhecimento científico. Segundo a equipe do projeto, a iniciativa surgiu para ampliar a atuação do Espaço Arvorar como ambiente de educação não formal, aproximando pesquisadores, estudantes, professores e moradores da região. 📱 Receba conteúdos do Terra da Gente também no WhatsApp Desde então, o programa já abordou temas como restauração florestal, ecologia de anfíbios, qualidade dos ambientes aquáticos, observação da fauna noturna e conservação da biodiversidade. As atividades ocorrem em diferentes formatos, incluindo exposições dialogadas, oficinas, rodas de conversa, palestras e trilhas interpretativas. A proposta é permitir que os participantes interajam diretamente com pesquisadores e compreendam como o conhecimento científico é produzido e aplicado. Aves migratórias Entre os temas que mais mobilizaram o público estão as ações relacionadas ao Dia Mundial das Aves Migratórias. O assunto foi escolhido por sua relevância ambiental e por estar conectado a uma iniciativa internacional voltada à conscientização sobre os desafios enfrentados pelas aves durante longas jornadas entre diferentes regiões do planeta. Além da importância ecológica desses animais, o tema dialoga diretamente com os trabalhos de monitoramento da biodiversidade desenvolvidos nas áreas florestais da Dexco. As aves são consideradas importantes indicadoras da qualidade ambiental e ajudam pesquisadores a compreender as condições dos ecossistemas. Veja o que é destaque no g1: Agora no g1 As atividades promovidas pelo Ciências no Arvorar incluíram observação de aves e insetos, oficinas sobre o aplicativo eBird — usado para reconhecimento de aves —, trilhas guiadas, palestras, rodas de conversa e dinâmicas educativas voltadas à compreensão das relações entre diferentes seres da natureza. Segundo os organizadores, a proposta é mostrar que a conservação das aves também depende da proteção de outros grupos da fauna, como os insetos, fundamentais para o equilíbrio ecológico. Sensibilização Ciência e conservação ambiental: espaço em SP aposta em experiências ao ar livre Espaço Arvorar O conceito de “sensibilização ambiental”, adotado pelo projeto, busca ir além das informações apresentadas em livros ou palestras. Em vez de apenas explicar conceitos científicos, as atividades procuram criar experiências capazes de conectar os visitantes aos temas discutidos. Por isso, trilhas em áreas de regeneração florestal, observação da fauna e contato direto com pesquisadores fazem parte da estratégia. Um dos espaços utilizados é uma área em processo de recuperação ambiental, que recebeu plantios realizados durante ações do próprio Ciências no Arvorar. O local permite que os participantes acompanhem, na prática, os processos de restauração ecológica. A escolha das atividades também considera a valorização do conhecimento produzido por universidades, como a Unesp, e outras instituições parceiras, como OrnitoMulheres e Environment for the Americas, adaptando pesquisas acadêmicas em conteúdos acessíveis ao público. Para os organizadores do projeto, iniciativas locais como essa ajudam a construir uma compreensão mais ampla sobre os desafios ambientais contemporâneos e estimulam a participação da sociedade na conservação da natureza. *Sob supervisão de Rodrigo Peronti. VÍDEOS: Destaques Terra da Gente Veja mais conteúdos sobre a natureza no Terra da Gente
lunes, 15 de junio de 2026, 18:40
BR
g1globo
En un contexto global definido por la pérdida acelerada de la biodiversidad y un distanciamiento cada vez más evidente entre la población urbana y los entornos naturales, surgen iniciativas que buscan tender puentes entre el conocimiento académico y la sociedad civil. En Agudos, ubicada en el interior del estado de São Paulo, el Espaço Arvorar se ha convertido en un referente de esta misión, transformando investigaciones científicas y temáticas ambientales complejas en experiencias educativas y accesibles para diversos sectores de la población, con especial énfasis en estudiantes, educadores e investigadores.
El Espaço Arvorar no es una iniciativa reciente; fue creado en el año 2017 y es mantenido por la empresa Dexco. Desde sus inicios, este centro de educación ambiental ha contado con una exposición permanente, rutas a través de áreas forestales y diversas actividades centradas en la conservación de la naturaleza. Sin embargo, a partir de 2024, el centro expandió su alcance mediante la creación de un nuevo brazo operativo denominado "Ciências no Arvorar". Este proyecto tiene como objetivo principal llevar a investigadores y especialistas al campo para dialogar directamente con el público sobre temas críticos como la biodiversidad, la fauna, la gestión de los recursos naturales y los efectos de los cambios ambientales.
El nacimiento de "Ciências no Arvorar" no fue casual, sino el resultado de un proceso de escucha activa junto a la comunidad local. Los residentes de la región manifestaron un interés genuino por tener más oportunidades de acceder al conocimiento científico de manera directa. En respuesta, la iniciativa se diseñó para ampliar la función del Espaço Arvorar como un entorno de educación no formal, permitiendo que investigadores, docentes, alumnos y vecinos interactúen en un mismo espacio.
Desde su implementación, el programa ha desplegado una agenda diversa que abarca múltiples dimensiones de la ecología. Entre los temas abordados se encuentran la restauración forestal, la ecología de los anfibios, la evaluación de la calidad de los ambientes acuáticos, la observación de la fauna nocturna y la conservación general de la biodiversidad. Para lograr esto, el proyecto utiliza formatos dinámicos que incluyen exposiciones dialogadas, talleres prácticos, ruedas de conversación, conferencias y rutas interpretativas. El propósito fundamental es que los participantes no sean meros receptores de información, sino que comprendan, a través de la interacción con los expertos, cómo se produce y se aplica el conocimiento científico en el mundo real.
Uno de los ejes más fuertes del proyecto ha sido la observación de aves, especialmente en el marco del Día Mundial de las Aves Migratorias. Esta temática fue seleccionada no solo por su relevancia ambiental, sino por su conexión con esfuerzos internacionales de concienciación sobre los desafíos que enfrentan las aves en sus trayectorias migratorias globales. En el contexto local, el monitoreo de las aves es fundamental, ya que estas especies actúan como indicadores clave de la calidad ambiental, permitiendo a los investigadores evaluar la salud y las condiciones de los ecosistemas en las áreas forestales de Dexco.
Para profesionalizar y modernizar estas actividades, "Ciências no Arvorar" ha integrado herramientas tecnológicas, como el uso del aplicativo eBird para el reconocimiento y registro de aves. Además, las dinámicas educativas enfatizan que la conservación de las aves es interdependiente de otros grupos taxonómicos, como los insectos, los cuales son esenciales para mantener el equilibrio ecológico.
El pilar metodológico del proyecto es la denominada "sensibilización ambiental". Este concepto busca superar la enseñanza tradicional basada únicamente en libros o ponencias teóricas. En su lugar, el proyecto propone crear experiencias sensoriales y prácticas que conecten emocional e intelectualmente al visitante con el entorno. Esto se materializa en rutas por áreas de regeneración forestal, donde los participantes pueden observar el contacto directo con la fauna y caminar por espacios que han sido recuperados gracias a plantaciones realizadas en acciones previas del mismo proyecto. De esta manera, los visitantes pueden seguir, en tiempo real y de forma tangible, los procesos de restauración ecológica.
Finalmente, el éxito de "Ciências no Arvorar" reside en su capacidad de colaboración interinstitucional. El proyecto valoriza y adapta el conocimiento producido por universidades, destacando la alianza con la Unesp, así como la cooperación con organizaciones como OrnitoMulheres y Environment for the Americas. Al traducir las investigaciones académicas en contenidos accesibles, el proyecto logra que la ciencia salga de los laboratorios y llegue a la comunidad. Según los organizadores, estas acciones locales son fundamentales para construir una comprensión más profunda de los desafíos ambientales contemporáneos y fomentar una participación ciudadana activa en la conservación de la naturaleza.