ÚLTIMA HORA

Cobertura global las 24 hs. • miércoles, 15 de julio de 2026 • Noticias actualizadas al minuto.

Menú

Inician clases de Enseñanza Media en unidad prisional de Paulo Afonso

A unidade prisional de Paulo Afonso passou a contar com a primeira turma de Ensino Médio no anexo do Colégio Quitéria Maria de Jesus. A iniciativa, vinculada à modalidade de Educação de Jovens e Adultos (EJA), representa um avanço na oferta educacional dentro do sistema prisional da região norte da Bahia e tem como objetivo fortalecer a ressocialização por meio do acesso ao conhecimento.Durante a inauguração, o diretor do Núcleo Territorial de Educação de Itaparica (NTE) 24, Marcos Antônio Queiroz, destacou o papel da educação na transformação social e na reconstrução de vidas. “É com alegria que inauguramos a primeira turma de Ensino Médio no anexo prisional, pois a educação é a principal ferramenta de ressocialização dos que estão privados de liberdade para mudança de vida”, afirmou. Leia Também: EDUCAÇÃO Jornal é aliado da alfabetização, apontam educadores em formação EDUCAÇÃO Estudantes de Camaçari apresentam projeto sobre preservação do Rio Joanes SAÚDE PUBLICA Alagoinhas intensifica ações educativas contra dengue A coordenadora de Educação Especial do NTE 24, Ana Paula Oliveira, ressaltou a importância da iniciativa na garantia de direitos para pessoas privadas de liberdade. “Pensar a educação inclusiva é compreender que ela deve chegar a todos os sujeitos, especialmente naqueles espaços em que a reconstrução de trajetórias se faz necessária”, destacou.Já a coordenadora territorial do NTE 24, Jaciede Rodrigues, enfatizou o impacto da ação no fortalecimento da cidadania e na criação de novas oportunidades. “Garantir o acesso ao Ensino Médio dentro da unidade prisional de Paulo Afonso é reafirmar que a educação tem o poder de reconstruir histórias, abrir novas possibilidades e promover transformação social”, afirmou.Projeto amplia oportunidades dentro do sistema prisionalO Brasil tinha cerca de 905 mil pessoas sob algum tipo de sanção penal em 2024, segundo dados do Sistema de Informações Penitenciárias (SISDEPEN). Desse total, mais de 670 mil estavam em unidades prisionais físicas, evidenciando os desafios enfrentados pelo sistema carcerário brasileiro na promoção de políticas de reinserção social.Além disso, o déficit de vagas no sistema prisional brasileiro ultrapassa 170 mil vagas, cenário que amplia as dificuldades estruturais e destaca a importância de iniciativas voltadas à educação e à qualificação de pessoas privadas de liberdade.Dados do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) apontam que a educação no sistema prisional contribui diretamente para a redução da reincidência criminal e para a reinserção social de pessoas privadas de liberdade. Além disso, a Lei de Execução Penal garante o acesso à educação como um direito da população carcerária e prevê a remição de pena por meio dos estudos.

Inician clases de Enseñanza Media en unidad prisional de Paulo Afonso

¿Es posible reconstruir una vida desde el encierro? En Paulo Afonso, Bahía, se ha puesto en marcha una iniciativa enfocada en la resocialización: la primera clase de Enseñanza Media dentro de la unidad prisional, a través del anexo del Colegio Quitéria Maria de Jesus.

Este proyecto, vinculado a la modalidad de Educación de Jóvenes y Adultos (EJA), busca fortalecer el acceso al conocimiento para quienes están privados de libertad. Marcos Antônio Queiroz, director del Núcleo Territorial de Educación 24, señaló que la educación es la herramienta principal para generar un cambio de vida en las personas privadas de libertad. En esa misma línea, Ana Paula Oliveira, coordinadora de Educación Especial, destacó que la educación inclusiva debe llegar a todos, especialmente en espacios donde es necesaria la reconstrucción de trayectorias. Por su parte, Jaciede Rodrigues, coordinadora territorial, afirmó que garantizar este acceso reafirma el poder de la educación para abrir nuevas posibilidades y promover la transformación social.

El contexto del sistema carcerario es complejo. Según datos del SISDEPEN, Brasil contaba en 2024 con aproximadamente 905 mil personas bajo algún tipo de sanción penal, de las cuales más de 670 mil se encuentran en unidades físicas. Además, el sistema enfrenta un déficit de más de 170 mil plazas, lo que acentúa las dificultades estructurales para la reinserción social.

Sin embargo, existen fundamentos sólidos para estas acciones. El Consejo Nacional de Justicia indica que la educación en el sistema penitenciario contribuye directamente a reducir la reincidencia criminal y facilita la reinserción social. Asimismo, la Ley de Ejecución Penal garantiza el acceso a la educación como un derecho y prevé la remisión de la pena mediante los estudios.

Con estas medidas, se busca transformar el tiempo de reclusión en una oportunidad de formación y ejercicio de la ciudadanía.

Suscríbete a Noticias lat para más noticias.

Cobertura en Video