deportesALISSON Y EDERSON: ¿RIESGO PARA EL MUNDIAL?
Neste domingo, é celebrado no Brasil o Dia do Goleiro, data em homenagem ao aniversário de Manga, ídolo do futebol brasileiro que completaria 89 anos neste 26 de abril — ele morreu no ano passado. Além do tributo ao ex- atleta, a comemoração da posição, a cerca de um mês e meio da Copa do Mundo, neste momento sugere também uma reflexão: quem serão os goleiros da seleção brasileira no Mundial? Ao todo, neste ciclo — desde o fim da Copa de 2022 até hoje —, foram convocados dez jogadores para a posição, sendo que apenas cinco entraram em campo. Já sob o comando de Carlo Ancelotti, cinco nomes foram chamados: Alisson, Ederson, Bento, Hugo Souza e John. Na última data Fifa, inclusive, o técnico italiano indicou que os três goleiros “estão mais ou menos definidos”, e Alisson, Ederson e Bento despontam como os grandes favoritos. Os dois primeiros, contudo, sofrem com um histórico recente de lesões, o que gera dúvidas sobre suas condições físicas para a Copa do Mundo. Infográfico dos goleiros convocados para a seleção brasileira neste ciclo de Copa do Mundo Editoria de Arte Alisson e Ederson se consolidaram como os principais goleiros do Brasil nos últimos anos e disputaram dois últimos Mundiais, em 2018 e 2022 — o jogador do Liverpool foi o titular em ambos. Neste ciclo de Copa do Mundo, porém, eles estiveram juntos em apenas oito dos 35 jogos da seleção brasileira: seis em 2023 e dois em 2024. Uma instabilidade que se agravou nos últimos anos, na visão de Fred Caldeira, repórter correspondente da TNT Sports na Inglaterra. — Infelizmente Alisson vive a segunda temporada consecutiva picotada por lesões musculares, então é essencial ver como ele vai voltar nessa reta final para saber o grau de preocupação que a seleção brasileira precisa ter com o goleiro titular na Copa. Quando jogou, seguiu como um dos principais goleiros do futebol inglês, tanto é que as ausências dele foram um fator para a instabilidade da temporada do Liverpool. Em relação ao Ederson, acompanhei muito pouco desde que ele foi para a Turquia (Fenerbahçe, em 2025). Mas também vive instabilidade física, além de ter falhado recentemente na disputa do título da liga nacional (empate com o Rizespor) — analisou o jornalista que acompanhou de perto Alisson e Ederson no futebol inglês. Das cinco listas de Ancelotti, cada um deles foi convocado três vezes e sofreu um corte por lesão. Ou seja, a dupla só conseguiu estar totalmente à disposição do italiano em duas de cinco datas Fifa. O cenário atual Alisson, aos 33 anos, não joga pela seleção desde setembro de 2025, na derrota por 1 a 0 para a Bolívia, na altitude de El Alto, pelas Eliminatórias. Neste momento, está em reta final de recuperação de uma lesão na posterior da coxa direita e se aproxima da volta aos gramados, segundo Arne Slot, técnico do Liverpool. Já Ederson, de 32 anos, agora no Fenerbahçe após longo período no Manchester City, entra em campo neste domingo no clássico contra o Galatasaray, às 14h (de Brasília), em duelo direto pela liderança do Campeonato Turco. Ele foi o titular do Brasil na derrota por 2 a 1 para a França, na última data Fifa. Apesar do histórico recente, Jefferson, ex-goleiro do Botafogo e da seleção brasileira, acredita que a experiência será crucial para que a dupla chegue bem para a Copa do Mundo. — São goleiros que já têm uma bagagem muito grande na seleção brasileira. E mesmo com essas lesões, é claro que influencia o ritmo de jogo, mas também a experiência conta muito. Então eu acredito que são dois grandes goleiros que ainda têm muito a oferecer para nossa seleção. Eles já estão basicamente com o pé nessa Copa, se estiverem 100% fisicamente — avaliou Jefferson, o último goleiro titular da seleção antes de Alisson assumir o posto em 2015. Pensamento parecido com o de Fernando Prass, ex-goleiro de times como Vasco e Palmeiras e atualmente comentarista do Grupo Globo. — O Ederson deu um passo abaixo na carreira, saiu da Premier League, a liga mais competitiva do mundo, para a Liga Turca, mas continua sendo um grande goleiro. O Alisson continua na Premier League, um dos maiores goleiros da competição, num nível muito alto, mas realmente os dois têm tido problemas de lesão nos últimos anos. As lesões são coisas que a gente não controla, mas se ele (Alisson) conseguir jogar as últimas rodadas da Premier League, acho que consegue chegar na Copa em alto nível — disse Prass. Por outro lado, Fred Caldeira já está mais preocupado com as condições da dupla para o Mundial: — A posição de goleiro sem dúvidas vira uma preocupação para a seleção. Por isso, vejo a escolha do terceiro goleiro como a mais importante que já vi em Copas. A seleção brasileira pode acabar precisando desse jogador para o time titular. A disputa pela terceira vaga Bento, Hugo Souza e John disputam terceira vaga de goleiro na seleção brasileira Rafael Ribeiro / CBF Com os problemas físicos dos veteranos, a vaga de terceiro goleiro ganhou uma importância maior na seleção, e quem teve mais oportunidades neste ciclo foi Bento, do Al-Nassr, da Arábia Saudita. Com 13 convocações neste ciclo, ele ficou atrás apenas de Ederson (14) na posição, e à frente até mesmo de Alisson (12). Bento disputou seis jogos como titular da seleção e foi vazado nove vezes — na última delas, no amistoso contra a Croácia, falhou ao sair do gol. Ele também entrou em campo na reta final de um jogo contra a Colômbia, em março de 2025, após Alisson ser substituído pelo protocolo de concussão. Além disso, foi o único goleiro que esteve em todas as cinco listas iniciais de Ancelotti. Hugo Souza, do Corinthians, também foi convocado cinco vezes, mas em uma delas acabou acionado somente após um corte do Alisson. Por fim, John, do Nottingham Forest, foi chamado pelo italiano em duas oportunidades, ambas para repor algum lesionado (Ederson e Hugo) — no momento, ele se recupera de uma lesão no joelho esquerdo. Os três jogadores, na opinião de Jefferson, disputam uma vaga que ainda está aberta na seleção. — O terceiro goleiro sempre foi assim. Numa Copa do Mundo sempre deixou em aberto. Não tem como cravar hoje o terceiro goleiro, mas acho que a gente pode falar de três grandes nomes: o Bento, que já vem sendo convocado, o Hugo que está numa fase excepcional, e o John, que vinha sendo convocado, mas também está lesionado. Talvez o Bento saia um pouco na frente pelo tanto de convocações que tem. Mas o momento do Hugo também é excepcional e é um goleiro que vai ter ainda muita chance na seleção brasileira. Diante das opções testadas por Ancelotti, o repórter Fred Caldeira apostaria em uma outra alternativa para a terceira vaga: Fábio, do Fluminense. Aos 45 anos, ele é um dos destaques do tricolor carioca. — Além de Alisson e Ederson, eu convocaria o Fábio. Mas entendo a improbabilidade dessa ser a escolha de Ancelotti e Taffarel (preparador de goleiros da seleção). E, com todos em plenas condições físicas, o meu titular é o Alisson. Já Fernando Prass jogaria “na segurança”, mas liga o alerta para uma possível falta de sucessores para o futuro da seleção brasileira. — Considerando que todos os goleiros estivessem à disposição, eu iria pelo seguro: Alisson, Ederson e Bento, e meu titular seria o Alisson. Mas uma coisa que o Brasil tem que começar a preparar é a sucessão. Eu não sei se Alisson e Ederson enfrentariam um outro ciclo de Copa do Mundo por conta da idade. E a minha preocupação, acho que o Bento é um grande goleiro, só que ele teria que sair do futebol da Arábia para procurar um mercado mais competitivo para realmente se firmar como o titular da seleção num provável novo ciclo de Copa do Mundo para 2030. A preparação de novos nomes da posição pode contar, no futuro, com uma ajuda de Jefferson. Pelo menos é o desejo do ex-atleta, que sonha em um dia ser treinador de goleiro da seleção. — Estou me especializando para isso, fazendo meus cursos, trabalhando aqui no Orlando City, dos Estados Unidos. Esse tempo está sendo muito bom porque já tive muita experiência como goleiro e agora como treinador de goleiro. E se um dia eu tiver a oportunidade de poder demonstrar o meu trabalho na seleção, seria uma honra representar o meu país como treinador de goleiro, seria um grande sonho. Vou continuar me esforçando e trabalhando. Confio em Deus que um dia essa oportunidade vai aparecer. O Dia do Goleiro Ex-goleiro Manga, ídolo do Botafogo, morreu aos 87 anos Vitor Silva/Botafogo O Dia do Goleiro é celebrado pela 51a vez no Brasil. A data remete ao nascimento de Haílton Corrêa de Arruda, o Manga, em 26 de abril de 1937, no Recife. Ídolo histórico de Botafogo e Internacional, e campeão mundial pelo Nacional, do Uruguai, ele morreu em abril de 2025, aos 87 anos, em um hospital do Rio de Janeiro. O ex-jogador lutava contra um câncer de próstata. A data foi eternizada como uma efeméride em 1975, por iniciativa de professores da Escola de Educação Física do Exército. Para celebrar os goleiros, o tenente Raul Carlesso e o capitão Reginaldo Carlesso escolheram inicialmente o dia 14 de abril, mas uma reunião de jogadores da posição da época mudou a decisão final. A data estabelecida, então, foi dia 26, em homenagem ao goleiro que conquistaria o Campeonato Brasileiro naquele ano pelo Internacional. Manga também fez história com a camisa do Botafogo de 1959 a 1968. Ele conquistou o Campeonato Carioca quatro vezes, em 1961, 1962, 1964 e 1966, e o Torneio Rio-São Paulo em três oportunidades, em 1962, 1964 e 1966. Com 20 taças no total, ele se tornou o jogador com mais títulos na história do alvinegro. Pela seleção brasileira, Manga foi titular na Copa do Mundo de 1966.
domingo, 26 de abril de 2026, 06:00
BR
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Este domingo se celebra el Día del Arquero en Brasil, en homenaje al cumpleaños número 89 de Manga, ídolo del fútbol brasileño fallecido el año pasado. Más allá del tributo al ex atleta, la conmemoración de la posición, a un mes y medio de la Copa del Mundo, suscita una reflexión: ¿quiénes serán los arqueros de la selección brasileña en el Mundial?
En total, en este ciclo –desde el final de la Copa de 2022 hasta hoy–, diez jugadores fueron convocados para la posición, de los cuales solo cinco jugaron. Bajo el mando de Carlo Ancelotti, cinco nombres fueron llamados: Alisson, Ederson, Bento, Hugo Souza y John.
En la última fecha FIFA, el técnico italiano indicó que los tres arqueros “están más o menos definidos”, y Alisson, Ederson y Bento se perfilan como los grandes favoritos. Sin embargo, los dos primeros sufren un historial reciente de lesiones, lo que genera dudas sobre sus condiciones físicas para la Copa del Mundo.
Alisson y Ederson se consolidaron como los principales arqueros de Brasil en los últimos años y disputaron los dos últimos Mundiales, en 2018 y 2022 –el jugador del Liverpool fue el titular en ambos.
En este ciclo de Copa del Mundo, sin embargo, jugaron juntos en solo ocho de los 35 partidos de la selección brasileña: seis en 2023 y dos en 2024. Una inestabilidad que se ha agravado en los últimos años, según Fred Caldeira, corresponsal de TNT Sports en Inglaterra.
“Desafortunadamente, Alisson está viviendo la segunda temporada consecutiva marcada por lesiones musculares, por lo que es esencial ver cómo regresa en esta recta final para saber el grado de preocupación que la selección brasileña necesita tener con el arquero titular en la Copa. Cuando jugó, siguió siendo uno de los principales arqueros del fútbol inglés, tanto es así que sus ausencias fueron un factor para la inestabilidad de la temporada del Liverpool. En relación con Ederson, he seguido muy poco desde que se fue a Turquía (Fenerbahçe, en 2025). Pero también vive inestabilidad física, además de haber fallado recientemente en la disputa del título de la liga nacional (empate con el Rizespor)", analizó el periodista que siguió de cerca a Alisson y Ederson en el fútbol inglés.
De las cinco listas de Ancelotti, cada uno de ellos fue convocado tres veces y sufrió una baja por lesión. Es decir, la dupla solo estuvo totalmente a disposición del italiano en dos de cinco fechas FIFA.
Alisson, de 33 años, no juega por la selección desde septiembre de 2025, en la derrota por 1-0 ante Bolivia, en la altura de El Alto, por las Eliminatorias. Actualmente, está en la recta final de la recuperación de una lesión en la parte posterior del muslo derecho y se acerca a su regreso a las canchas, según Arne Slot, técnico del Liverpool. Ederson, de 32 años, ahora en el Fenerbahçe tras un largo período en el Manchester City, juega este domingo en el clásico contra el Galatasaray, a las 14h (hora de Brasilia), en un duelo directo por el liderazgo del Campeonato Turco. Fue el titular de Brasil en la derrota por 2-1 ante Francia, en la última fecha FIFA.
A pesar del historial reciente, Jefferson, ex arquero del Botafogo y de la selección brasileña, cree que la experiencia será crucial para que la dupla llegue bien a la Copa del Mundo.
“Son arqueros que ya tienen una gran experiencia en la selección brasileña. Y aunque estas lesiones, por supuesto, influyen en el ritmo de juego, la experiencia también cuenta mucho. Por lo tanto, creo que son dos grandes arqueros que todavía tienen mucho que ofrecer a nuestra selección. Ya están básicamente con el pie en esta Copa, si están al 100% físicamente”, evaluó Jefferson, el último arquero titular de la selección antes de que Alisson asumiera el puesto en 2015.
Pensamiento similar al de Fernando Prass, ex arquero de equipos como Vasco y Palmeiras y actualmente comentarista del Grupo Globo.
“Ederson dio un paso atrás en su carrera, salió de la Premier League, la liga más competitiva del mundo, para la Liga Turca, pero sigue siendo un gran arquero. Alisson continúa en la Premier League, uno de los mejores arqueros de la competición, a un nivel muy alto, pero realmente ambos han tenido problemas de lesiones en los últimos años. Las lesiones son cosas que no controlamos, pero si él (Alisson) logra jugar las últimas jornadas de la Premier League, creo que puede llegar a la Copa en un gran nivel”, dijo Prass.
Por otro lado, Fred Caldeira ya está más preocupado por las condiciones de la dupla para el Mundial:
“La posición de arquero sin duda se convierte en una preocupación para la selección. Por eso, veo la elección del tercer arquero como la más importante que he visto en Copas. La selección brasileña puede acabar necesitando a este jugador para el equipo titular”.
Con los problemas físicos de los veteranos, la plaza de tercer arquero ha ganado una mayor importancia en la selección, y quien ha tenido más oportunidades en este ciclo ha sido Bento, del Al-Nassr, de Arabia Saudita.
Con 13 convocatorias en este ciclo, quedó detrás de Ederson (14) en la posición, y por delante incluso de Alisson (12). Bento disputó seis partidos como titular de la selección y recibió nueve goles –en el último, en el amistoso contra Croacia, falló al salir del arco.
También entró en campo en la recta final de un partido contra Colombia, en marzo de 2025, tras ser sustituido Alisson por el protocolo de conmoción cerebral. Además, fue el único arquero que estuvo en las cinco listas iniciales de Ancelotti.
Hugo Souza, del Corinthians, también fue convocado cinco veces, pero en una de ellas fue llamado solo después de una baja de Alisson. Por último, John, del Nottingham Forest, fue llamado por el italiano en dos oportunidades, ambas para reemplazar a algún lesionado (Ederson y Hugo) –actualmente, se recupera de una lesión en la rodilla izquierda.
Los tres jugadores, en opinión de Jefferson, disputan una plaza que todavía está abierta en la selección.
“El tercer arquero siempre ha sido así. En una Copa del Mundo siempre se deja en abierto. No se puede afirmar hoy quién es el tercer arquero, pero creo que podemos hablar de tres grandes nombres: Bento, que ya está siendo convocado, Hugo, que está en una fase excepcional, y John, que estaba siendo convocado, pero también está lesionado. Tal vez Bento salga un poco por delante por la cantidad de convocatorias que tiene. Pero el momento de Hugo también es excepcional y es un arquero que tendrá muchas oportunidades en la selección brasileña”.
Ante las opciones probadas por Ancelotti, el reportero Fred Caldeira apostaría por otra alternativa para la tercera plaza: Fábio, del Fluminense. A los 45 años, es uno de los destaques del tricolor carioca.
“Además de Alisson y Ederson, convocaría a Fábio. Pero entiendo la improbabilidad de que sea la elección de Ancelotti y Taffarel (preparador de arqueros de la selección). Y, con todos en plenas condiciones físicas, mi titular sería Alisson”.
Fernando Prass jugaría “con seguridad”, pero enciende la alerta por una posible falta de sucesores para el futuro de la selección brasileña.
“Considerando que todos los arqueros estuvieran a disposición, iría por lo seguro: Alisson, Ederson y Bento, y mi titular sería Alisson. Pero una cosa que Brasil tiene que empezar a preparar es la sucesión. No sé si Alisson y Ederson afrontarían otro ciclo de Copa del Mundo por su edad. Y mi preocupación, creo que Bento es un gran arquero, solo que tendría que salir del fútbol de Arabia para buscar un mercado más competitivo para realmente consolidarse como el titular de la selección en un probable nuevo ciclo de Copa del Mundo para 2030”.
La preparación de nuevos nombres de la posición puede contar, en el futuro, con la ayuda de Jefferson. Al menos es el sueño del ex atleta, que sueña con ser algún día entrenador de arqueros de la selección.
“Me estoy especializando para ello, haciendo mis cursos, trabajando aquí en el Orlando City, de Estados Unidos. Este tiempo está siendo muy bueno porque ya he tenido mucha experiencia como arquero y ahora como entrenador de arqueros. Y si algún día tengo la oportunidad de demostrar mi trabajo en la selección, sería un honor representar a mi país como entrenador de arqueros, sería un gran sueño. Seguiré esforzándome y trabajando. Confío en Dios que un día esta oportunidad aparecerá”.
El Día del Arquero se celebra por 51ª vez en Brasil. La fecha remite al nacimiento de Haílton Corrêa de Arruda, el Manga, el 26 de abril de 1937, en Recife. Ídolo histórico de Botafogo e Internacional, y campeón mundial con el Nacional, de Uruguay, falleció en abril de 2025, a los 87 años, en un hospital de Río de Janeiro. El ex jugador luchaba contra un cáncer de próstata.
La fecha fue eternizada como una efeméride en 1975, por iniciativa de profesores de la Escuela de Educación Física del Ejército. Para celebrar a los arqueros, el teniente Raul Carlesso y el capitán Reginaldo Carlesso eligieron inicialmente el día 14 de abril, pero una reunión de jugadores de la posición de la época cambió la decisión final. La fecha establecida, entonces, fue el día 26, en homenaje al arquero que conquistaría el Campeonato Brasileño ese año con el Internacional.
Manga también hizo historia con la camiseta del Botafogo de 1959 a 1968. Conquistó el Campeonato Carioca cuatro veces, en 1961, 1962, 1964 y 1966, y el Torneo Río-São Paulo en tres oportunidades, en 1962, 1964 y 1966. Con 20 títulos en total, se convirtió en el jugador con más títulos en la historia del alvinegro.
Con la selección brasileña, Manga fue titular en la Copa del Mundo de 1966.