O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, está avaliando diferentes op es de resposta aos protestos no Ir , incluindo ataques militares, a es cibernéticas e novas san es, de acordo com autoridades americanas ouvidas pelos jornais The New York Times e The Wall Street Journal.
Segundo as fontes, Trump foi informado sobre cenários que v o desde ataques a alvos n o militares em Teer até o refor o de iniciativas online contra o regime iraniano. As discuss es na Casa Branca s o descritas como preliminares, e a administra o Trump afirma que qualquer a o precisaria evitar um efeito contrário, como o fortalecimento do apoio interno ao governo iraniano.
As amea as de Trump se intensificaram após o líder supremo do Ir , aiatolá Ali Khamenei, afirmar que o regime "n o vai recuar" diante dos protestos em larga escala que tomaram as ruas do país. O presidente americano chegou a dizer que, se o Ir come ar a "matar pessoas como no passado", os EUA v o "atingi-los muito duro onde dói".
Por outro lado, o presidente do Parlamento iraniano, Mohammad Baqer Qalibaf, advertiu os Estados Unidos contra qualquer a o militar, afirmando que, em caso de ataque, "os territórios ocupados (Israel), bem como todas as bases e navios dos EUA, ser o nosso alvo legítimo".
As tens es entre Washington e Teer se elevaram após a onda de protestos no Ir , que come aram pela morte de Mahsa Amini, uma jovem curda detida pela polícia moral. As manifesta es, que já duram semanas, representam um dos maiores desafios ao governo iraniano em anos.
Autoridades americanas afirmam que qualquer resposta dos EUA precisaria ser cuidadosamente planejada para evitar um efeito contrário, como o fortalecimento do apoio interno ao regime iraniano ou retalia es que coloquem em risco militares e diplomatas americanos na regi o.
Segundo o Wall Street Journal, Trump deve receber um briefing formal sobre o tema nesta ter a-feira. Enquanto isso, o secretário de Estado, Marco Rubio, já conversou com o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, sobre os protestos no Ir , reafirmando o apoio dos Estados Unidos ao "bravo povo do Ir ".











