Jo o Ricardo Rangel Mendes, ex-CEO da ag ncia de viagens Hurb, enfrenta uma verdadeira tempestade legal após uma série de denúncias e acusa es de crimes cometidos contra clientes e empresas.
Apenas na esfera cível, o ex-executivo é citado em pelo menos 1.400 a es judiciais movidas por clientes que n o conseguiram realizar as viagens contratadas com a Hurb. Entre eles está o conselheiro tutelar Matheus Faria, que aguarda há 2 anos por uma viagem de lua de mel para Roma que pagou mais de R$ 4,5 mil.
Além dos problemas com os clientes lesados, Jo o Ricardo também responde a processos criminais. Ele foi preso pela primeira vez em abril do ano passado, em flagrante, ao furtar obras de arte de um hotel e pe as de um escritório de arquitetura. Embora a pris o tenha sido substituída por medidas cautelares alguns meses depois, o ex-CEO voltou a descumprir as determina es judiciais.
Nesta semana, Jo o Ricardo foi preso novamente ao tentar embarcar em um voo para S o Paulo usando documento falso e com a tornozeleira eletr nica descarregada. Após audi ncia de custódia, ele foi solto, mas a Justi a do Rio decretou sua pris o novamente por considerar que sua liberdade representa "risco concreto ordem pública".
Diante desse cenário, o Ministério Público do Rio (MPRJ) solicitou a inclus o do nome de Jo o Ricardo na lista vermelha da Interpol, o que facilitaria sua localiza o e captura em outros países. Além disso, o Ministério do Turismo informou que o cadastro da Hurb está cancelado desde abril de 2025 por descumprimento da lei, enquanto o Procon-RJ afirma ter recebido mais de 8 mil reclama es envolvendo a empresa nos últimos 4 anos.
A defesa de Jo o Ricardo Rangel Mendes disse que irá se pronunciar sobre o pedido de inclus o na lista da Interpol após a decis o da Justi a, mas preferiu n o comentar sobre os demais questionamentos.
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