A Nicarágua anunciou a liberta o de dezenas de presos políticos, após um apelo da embaixada dos Estados Unidos. Milhares de nicaraguenses foram for ados ao exílio, centenas foram detidos e tiveram bens expropriados desde o início da crise política no país em 2018.
O governo do presidente Daniel Ortega vem sendo acusado de reprimir violentamente os protestos contra seu governo e de prender opositores políticos. A decis o de libertar os presos políticos surge em meio a uma press o internacional cada vez maior sobre o regime sandinista.
De acordo com informa es da AFP, a soltura dos presos ocorreu após um apelo da embaixada dos Estados Unidos na Nicarágua. O governo de Ortega n o forneceu detalhes sobre o número exato de pessoas liberadas ou sobre as condi es de sua deten o.
A crise política na Nicarágua come ou em 2018, quando manifesta es contra reformas seguridade social foram duramente reprimidas pelas for as de seguran a. Desde ent o, o país vive em uma profunda instabilidade, com viola es constantes dos direitos humanos e um xodo em massa de cidad os nicaraguenses.
Analistas afirmam que a decis o de libertar os presos políticos pode ser uma tentativa do governo de Ortega de aliviar a press o internacional sobre seu regime autoritário. No entanto, especialistas alertam que muito ainda precisa ser feito para restaurar a democracia e os direitos fundamentais na Nicarágua.
Paralelamente, a notícia da liberta o dos presos políticos ocorre em meio a outros desenvolvimentos regionais. Na Irlanda, milhares de agricultores protestaram contra o acordo comercial entre a Uni o Europeia e o Mercosul, bloqueando estradas com tratores. E no Brasil, o governo Lula deixou a custódia da embaixada da Argentina na Venezuela, em meio a tens es com o político argentino Javier Milei.
Esses eventos demonstram a complexidade dos desafios políticos e econ micos que assolam a América Latina neste momento. A situa o na Nicarágua segue sendo um dos focos de preocupa o, com a esperan a de que a liberta o dos presos políticos possa ser um passo na dire o certa, mas ainda há um longo caminho a percorrer rumo reconcilia o e restaura o da democracia no país.










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