Nos seis dias que se seguiram opera o dos EUA que retirou Nicolás Maduro do poder na Venezuela, o governo liderado por Delcy Rodríguez, sob a tutela norte-americana, tem enviado sinais contraditórios para assegurar o controle do país.
O anúncio da liberta o de presos políticos se mistura manuten o do habitual aparelho repressor nas ruas e s medidas decretadas pelo governo para coibir, por exemplo, quem comemora a interven o militar americana. Enquanto o irm o de Delcy, Jorge Rodríguez, justificou a decis o de libertar um "número significativo" de prisioneiros como "um gesto para consolidar a paz e a conviv ncia pacífica", apenas cinco presos com passaporte espanhol foram soltos na madrugada, deixando centenas de famílias sem informa es.
Segundo a ONG Foro Penal, o governo mantém 820 encarcerados por raz es políticas e as mais variadas e fantasiosas acusa es, com cerca de uma centena na temida pris o conhecida como El Helicoide, considerado um centro de tortura gerido pelo Servi o Bolivariano de Intelig ncia Nacional (Sebin).
Para o público interno, a presidente interina Delcy Rodríguez tenta passar a imagem de que o regime resistiu interven o dos EUA na deposi o de Maduro, afirmando que "ninguém aqui se rendeu" e que houve "uma luta e uma luta por esta pátria". No entanto, essa postura perde for a diante das medidas impostas pelo governo Trump, como o controle do petróleo do país.
Analistas apontam que a confusa e lenta liberta o de presos políticos parece ser a primeira concess o dos irm os Rodríguez, que agora det m o poder na Venezuela, em meio a um cenário de contradi es entre a manuten o da repress o e a tentativa de passar uma imagem de paz e reconcilia o.
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