Com a confirma o da saída do ministro Ricardo Lewandowski do Supremo Tribunal Federal (STF), o governo federal já avalia possíveis nomes para substituí-lo na mais alta corte do país. Além do ex-senador Camilo Santana, outros tr s juristas est o sendo cotados para a vaga.
O ministro Lewandowski, que integrava o STF desde 2006, anunciou sua aposentadoria em mar o deste ano, após completar 75 anos, idade limite para perman ncia no cargo. Sua saída abre uma vaga importante no tribunal, que será preenchida por indica o do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Entre os nomes cotados para a vaga est o o ex-senador Camilo Santana, que já teve seu nome ventilado para o cargo, além dos juristas Manoel Carlos de Almeida Neto, Marlon Weichert e Cristiano Zanin Martins. Todos eles possuem sólida forma o jurídica e experi ncia no setor público, requisitos fundamentais para a indica o ao Supremo.
Camilo Santana, ex-governador do Ceará, é apontado como um dos principais nomes na disputa. Ele possui ampla experi ncia política e é visto como um quadro alinhado ao governo Lula. Sua indica o fortaleceria a presen a de ministros com perfil mais progressista no STF.
Já Manoel Carlos de Almeida Neto é um renomado advogado e professor universitário, com atua o destacada em diversas áreas do Direito. Sua vasta experi ncia acad mica e profissional o credenciam como um nome técnico e respeitado para a vaga.
O procurador federal Marlon Weichert também é cotado para a indica o. Ele tem ampla experi ncia na área de direitos humanos e atuou em casos emblemáticos, como a Lava Jato. Sua nomea o poderia sinalizar um perfil mais combativo no tribunal.
Por fim, Cristiano Zanin Martins, advogado que defendeu o presidente Lula em diversos processos, também é considerado um nome forte para a vaga. Sua proximidade com o governo e sua atua o em casos de repercuss o nacional o tornam um postulante relevante.
A escolha do novo ministro do STF é uma decis o estratégica do presidente Lula, que buscará equilibrar diferentes perfis e tend ncias jurídicas na composi o da corte. O nome indicado deverá passar por sabatina no Senado Federal antes de ser efetivado no cargo.










