O presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva e a jefa de governo da Cidade do México, Claudia Sheinbaum, rejeitaram a "divis o ultrapassada do mundo em zonas de influ ncia" e manifestaram o desejo de seguir cooperando com a Venezuela em favor da "paz e estabilidade da regi o".
A declara o conjunta dos dois líderes progressistas acontece em meio escalada de tens es entre os Estados Unidos e a Venezuela, após o governo de Donald Trump autorizar empresas americanas a retomar atividades nas reservas petrolíferas de Caracas. Essa decis o fez com que os pre os do barril de petróleo subissem devido ao tempo necessário para articular a extra o.
Lula e Sheinbaum se posicionaram contra essa "divis o ultrapassada do mundo", defendendo uma maior integra o regional e a coopera o entre os países da América Latina e Caribe. Eles reafirmaram o compromisso de trabalhar pela "paz e estabilidade" na Venezuela, em contraposi o possível interven o dos EUA no país vizinho.
O secretário-executivo da Conven o Climática da ONU, Simon Stiell, também criticou a postura dos Estados Unidos, afirmando que o abandono das pautas ambientais é um "gol contra" que enfraquece a credibilidade americana. Segundo ele, trata-se de um "recuo" que prejudica a lideran a global do país.
Além disso, o primeiro-ministro do Canadá e o próprio Lula também repudiaram o ataque dos EUA, defendendo a acelera o do acordo entre o Mercosul e o país norte-americano.
Esse movimento de aproxima o entre líderes progressistas da América Latina e Caribe sinaliza uma possível reconfigura o geopolítica na regi o, com a forma o de um bloco de países dispostos a se contrapor influ ncia estadunidense e defender uma agenda de coopera o e integra o regional.











