O presidente da Argentina, Javier Milei, embarcou em uma viagem oficial aos Estados Unidos após a pris o do ditador venezuelano Nicolás Maduro em uma opera o liderada pelas for as armadas norte-americanas. A medida visa impedir que Maduro e seus aliados usem a Argentina como refúgio, em meio crescente instabilidade política e econ mica na Venezuela.
A pris o de Maduro foi anunciada no sábado (3) pelo próprio presidente Donald Trump, que afirmou que a opera o enviava uma "mensagem" para Cuba, cujo governo é aliado do regime venezuelano. Trump também criticou a gest o do presidente cubano Miguel Díaz-Canel, alegando que o país "n o está indo muito bem".
A vice-presidente da Venezuela, Delcy Rodríguez, convocou uma reuni o de emerg ncia do Conselho de Defesa da Na o para discutir a situa o, classificando a a o dos EUA como uma "amea a paz na América Latina". No entanto, venezuelanos que vivem na Flórida comemoraram a queda do governo Maduro.
Segundo Trump, Maduro está atualmente a bordo do navio da Marinha norte-americana USS Iwo Jima, e os EUA ir o "governar a Venezuela até o fim da transi o" política no país. A China, por sua vez, condenou o ataque como uma amea a estabilidade regional.
A viagem de Milei aos EUA ocorre em meio a esse cenário de instabilidade regional. O presidente argentino deve se reunir com autoridades norte-americanas para discutir os desdobramentos da crise venezuelana e possíveis impactos na economia argentina, que enfrenta uma grave crise.
Analistas afirmam que a pris o de Maduro representa um duro golpe para o regime chavista na Venezuela e pode abrir caminho para uma transi o democrática no país. No entanto, advertem que a situa o ainda é volátil e que a Argentina deve adotar uma postura cautelosa para evitar ser afetada pelos desdobramentos da crise.












