O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou nesta quarta-feira (31) que irá retirar as tropas da Guarda Nacional de Chicago, Los Angeles e Portland, após uma série de reveses legais relacionados s suas medidas de repress o em cidades administradas por democratas.
O republicano havia enviado soldados a essas tr s cidades no primeiro ano de seu segundo mandato, com o objetivo de combater a imigra o irregular e o crime. No entanto, os dirigentes locais rejeitaram essas medidas, classificando-as como um excesso autoritário, e apresentaram uma série de a es na Justi a.
Na semana passada, a Suprema Corte decidiu que o governo n o havia apresentado uma base legal que justificasse a mobiliza o da Guarda Nacional em Chicago, o que apenas é permitido pelo direito americano em circunst ncias excepcionais.
Em sua plataforma Truth Social, Trump afirmou que está "retirando a Guarda Nacional de Chicago, Los Angeles e Portland, apesar do fato de que o CRIME foi reduzido amplamente gra as presen a destes grandes patriotas nessas cidades e SOMENTE por essa raz o". O mandatário disse que essas tr s cidades "teriam desaparecido se n o fosse pela interven o do Governo Federal" e que "voltar o, talvez de uma forma muito diferente e mais forte, quando a criminalidade come ar a disparar novamente".
A decis o de Trump de retirar as tropas da Guarda Nacional dessas cidades controladas por democratas ocorre em meio a uma série de tens es políticas nos Estados Unidos. O presidente tem criticado repetidamente os governos locais administrados por seu partido opositor, acusando-os de serem "fracos" no combate ao crime.
Essa n o é a primeira vez que Trump utiliza a Guarda Nacional para intervir em protestos e manifesta es em cidades democratas. Em 2020, ele enviou tropas para reprimir os protestos contra a viol ncia policial e o racismo que eclodiram em todo o país após a morte de George Floyd.
Analistas políticos afirmam que a retirada das tropas pode ser uma tentativa de Trump de se posicionar politicamente de cara s elei es de 2024, nas quais ele deve concorrer novamente Presid ncia.










