EconomíaRetrasos en subsidios al diésel generan desconfianza en el sector energético de Brasil
NICOLA PAMPLONA RIO DE JANEIRO, RJ (FOLHAPRESS) Empresas que aderiram ao programa de subvenção ao óleo diesel criado pelo governo para enfrentar efeitos da guerra no Irã seguem sem receber ressarcimento pelas vendas do produto. Na sexta-feira (29), venceu o prazo para o pagamento do mês de abril. É o segundo prazo estourado: as vendas de março deveriam ter sido ressarcidas até o fim de abril, mas o pagamento ainda não foi feito. O setor diz que a incerteza sobre pagamentos reduz a credibilidade do programa, afasta novas empresas e dificulta importações do combustível. A reportagem procurou a assessoria de imprensa da ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás e Biocombustíveis) por email, às 13h, e por WhatsApp, às 17h30, nesta segunda-feira (1), mas não obteve resposta sobre as razões dos seguidos atrasos até a publicação deste texto. Há duas semanas, a agência havia dito que esperava fazer os primeiros pagamentos "nos próximos dias". Nas primeiras semanas do programa, em março, o governo prometeu R$ 0,32 por litro de diesel vendido abaixo de um preço teto estabelecido pela ANP. Depois, o benefício passou a R$ 1,52 por litro para o diesel importado e a R$ 1,12 por litro para o diesel nacional. Na semana passada, o governo editou novas regras para estender o prazo de subvenção e fixou o valor total do benefício em R$ 1,47 por litro. Parte desse valor compensa a retomada da cobrança dos impostos federais sobre o combustível, que reduziu em R$ 0,32 por litro o preço nos últimos meses. O programa foi lançado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) duas semanas após os primeiros ataques dos Estados Unidos e Israel ao Irã. Primeiro, mirou o diesel, combustível mais afetado no início do conflito. Há duas semanas, foi estendido para a gasolina. Os termos apresentados pelo governo, porém, não são unânimes. Duas das maiores distribuidoras do país, Ipiranga e Raízen, seguem de fora, assim como relevantes distribuidoras e importadoras de médio porte. A falta de pagamentos agravou as desconfianças. "Está difícil aderir ao programa", disse o presidente da Abicom (Associação Brasileira dos Importadores de Combustíveis), Sérgio Araújo. As importadoras privadas são responsáveis hoje por cerca de 20% do abastecimento nacional de diesel. O preço do combustível nas bombas voltou a cair na semana passada, segundo a ANP. Em média, o diesel S-10 foi vendido a R$ 7,13 por litro, R$ 0,03 a menos do que na semana anterior e R$ 0,45 por litro a menos do que o pico atingido na virada de março para abril.
lunes, 1 de junio de 2026, 23:20
BR
jornaldebrasilia
El gobierno de Brasil enfrenta serias críticas por el incumplimiento en los pagos del programa de subsidios al diésel. Diseñado para mitigar los efectos de la guerra en Irán, el sistema ya ha superado dos plazos de pago consecutivos. Las ventas de marzo debieron liquidarse a finales de abril, y el plazo para el mes de abril venció el pasado viernes sin que se realizaran los depósitos correspondientes.
Esta situación ha generado una crisis de credibilidad. El sector advierte que la incertidumbre desincentiva la adhesión de nuevas empresas y dificulta la importación de combustible. La Agencia Nacional del Petróleo, Gas y Biocombustibles, conocida como ANP, no ha respondido a las solicitudes de información recientes, a pesar de haber prometido hace dos semanas que los pagos se efectuarían "en los próximos días".
En cuanto a los montos, el beneficio se ha ajustado recientemente a un valor total de 1,47 reales por litro. Este monto busca compensar, en parte, la reanudación del cobro de impuestos federales. El programa, impulsado por el presidente Luiz Inácio Lula da Silva tras los ataques de Estados Unidos e Israel al Irán, comenzó enfocado en el diésel y luego se extendió a la gasolina.
Sin embargo, la desconfianza es evidente en el mercado. Grandes distribuidoras como Ipiranga y Raízen permanecen fuera del programa. Sérgio Araújo, presidente de la Asociación Brasileña de Importadores de Combustibles, señaló que actualmente es difícil adherirse al sistema, un punto crítico ya que los importadores privados representan aproximadamente el 20% del abastecimiento nacional de diésel.
A pesar de este conflicto administrativo, los precios en las estaciones de servicio mostraron una leve tendencia a la baja la semana pasada. El diésel S-10 se vendió en promedio a 7,13 reales por litro, marcando una reducción frente al pico alcanzado entre marzo y abril.
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