EconomíaImpacto del conflicto comercial China-EE. UU. en el agronegocio brasileño
O Brasil tem pouco a temer com o resultado do encontro entre Donald Trump e Xi Jinping quando o assunto é agronegócio. Do lado americano, como sempre, muita conversa e pouca coisa para apresentar aos produtores do país. Do lado chinês, o costumeiro silêncio. Os produtores americanos estão em uma enrascada por causa de Trump. Nos dois mandatos, o presidente, tentando tirar vantagens comerciais internacionais, acabou provocando uma desestruturação nas relações do agronegócio com o exterior. Tudo isso foi bom para o Brasil. Os americanos podem até ganhar mais mercado na China, mas sempre estarão à sombra dos brasileiros. A virada de chave começou no primeiro mandato, quando Trump entrou em uma guerra comercial com Pequim. As exportações totais de agronegócio para os chineses, que giravam por volta dos US$ 29 bilhões por ano antes de Trump assumir, recuaram para US$ 13 bilhões em 2018, já em seu governo. A posição de Trump pôs o mercado chinês em alerta, e o Brasil passou a ser o grande parceiro, tanto em grãos como em carnes. No segundo mandato, o desastre é ainda maior. As exportações do agronegócio americano, que haviam atingido US$ 41 bilhões em 2022, no governo de Joe Biden, caíram para US$ 10 bilhões em 2025. Brasil e EUA têm em comum a soja como principal destaque nas exportações do agronegócio para a China. Em 2017, os americanos venderam 32 milhões de toneladas da oleaginosa para os chineses, e os brasileiros, 54 milhões. No ano seguinte, com o conflito comercial, a China comprou apenas 8 milhões dos Estados Unidos e 69 milhões do Brasil. Em 2025, quando o atrito nas relações comerciais se intensificou, os chineses compraram apenas 7 milhões de toneladas de soja dos Estados Unidos e 85 milhões do Brasil. Enquanto dentro da porteira os preços das commodities caem, a demanda externa fica menor e a margem recua, novos custos vêm de fora do campo, devido às tarifas sobre aço e alumínio. O resultado é que os da...
miércoles, 20 de mayo de 2026, 09:28
BR
diariodecuiaba
¿Afecta el encuentro entre Donald Trump y Xi Jinping al agronegocio brasileño? La respuesta es: muy poco. Mientras que el lado estadounidense ofrece mucha conversación y poca acción, y el chino mantiene su habitual silencio, Brasil se ha consolidado como el gran socio de Pekín en granos y carnes.
Durante los mandatos de Trump, el intento de obtener ventajas comerciales internacionales terminó desestructurando las relaciones del agro estadounidense con el exterior. Esta situación ha beneficiado directamente a Brasil.
Las cifras muestran una tendencia clara. Antes de que Trump asumiera la presidencia, las exportaciones agrícolas totales de Estados Unidos hacia China eran de aproximadamente 29 mil millones de dólares anuales; sin embargo, en 2018 cayeron a 13 mil millones. Aunque en 2022, bajo el gobierno de Joe Biden, estas exportaciones alcanzaron los 41 mil millones, para el año 2025 retrocedieron nuevamente hasta los 10 mil millones de dólares.
El caso de la soja es el ejemplo más evidente. En 2017, Estados Unidos vendió 32 millones de toneladas a China, frente a los 54 millones de Brasil. Para 2018, con el inicio del conflicto comercial, las ventas estadounidenses cayeron a 8 millones, mientras que las brasileñas subieron a 69 millones. En 2025, con la intensificación de las fricciones, China compró solo 7 millones de toneladas a Estados Unidos y 85 millones a Brasil.
Actualmente, los productores estadounidenses enfrentan un escenario complejo: los precios de las materias primas caen, la demanda externa es menor y los márgenes se reducen. A esto se suman nuevos costos externos derivados de las tarifas sobre el acero y el aluminio.
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