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LLUVIAS INTENSAS: Salvador se prepara para su período más crítico

Chuva em Salvador Giulia Marquezine/ TV Bahia Com a chegada do outono, moradores de Salvador passam a conviver com um aumento significativo no volume de chuvas. Segundo a Defesa Civil da capital baiana, o fenômeno, longe de ser pontual, segue um padrão climático já conhecido, que transforma esse período no mais crítico do ano em termos de precipitação. Somente em abril, a cidade já contabilizou quase 300 mm de chuva. Na última semana, por causa da atuação de uma frente fria, bairros como Rio Vermelho e Barris registraram média de 156 mm em 96 horas. Já as menores foram observadas em Pirajá e Marechal Rondon, com cerca de 143 mm. De acordo com o meteorologista e coordenador do Centro de Monitoramento de Alerta e Alarme da Defesa Civil de Salvador (Cemadec), Gabriel Pugliese, o período mais chuvoso da capital baiana ocorre historicamente entre abril (285 mm), maio (300 mm) e junho (238 mm), conforme dados do Instituto Nacional de Meteorologia, com base nas normas climatológicas dos últimos 30 anos. “Esse padrão evidencia uma concentração clara de precipitação no outono, tornando esse o período mais crítico do ano do ponto de vista hidrometeorológico”, explicou. 📲 Clique aqui e entre no grupo do WhatsApp do g1 Bahia Veja os vídeos que estão em alta no g1 De acordo com Pugliese, o aumento das chuvas é resultado da atuação combinada de diferentes sistemas meteorológicos típicos do litoral nordestino. “Destacam-se as frentes frias que avançam até a região, cavados, áreas de baixa pressão e as ondas de leste, que têm papel relevante na geração de chuvas persistentes na faixa costeira. Soma-se a isso a atuação constante de ventos úmidos provenientes do Oceano Atlântico, que mantêm elevados os níveis de umidade na atmosfera”, detalhou. O meteorologista da Codesal, Giuliano Carlos, afirma que, nos últimos anos, os dados indicam mudanças nesse padrão tradicional. “Observa-se um aumento na ocorrência de eventos de chuva fora do período típico, com episódios intensos e concentrados também em outras épocas do ano. Esse comportamento pode estar associado às mudanças climáticas e às anomalias na temperatura da superfície do Atlântico, que alteram a dinâmica atmosférica e favorecem eventos extremos”, pontuou. Estação da Lapa em dia de chuva Alan Oliveira/g1 Apesar disso, a expectativa para os próximos três meses é de chuvas dentro das médias climatológicas. Diante desse cenário, a Defesa Civil de Salvador tem feito ações que incluem monitoramento contínuo das condições meteorológicas, acompanhamento em tempo real por meio de imagens de satélite e radar, além da operação de uma rede integrada de estações pluviométricas, meteorológicas, hidrológicas e geotécnicas distribuídas em pontos estratégicos da cidade. O órgão justifica que o objetivo é transformar um comportamento climático já conhecido em ações antecipadas, reduzindo riscos e aumentando a capacidade de resposta do município diante de eventos cada vez mais intensos. O monitoramento contínuo de áreas críticas de alagamento também permite a identificação antecipada de intervenções necessárias, como limpeza de canais, demolições e instalação de lonas de proteção. Iniciada em 1o de abril, a Operação Chuva tem estratégias divididas em duas etapas: a fase preparatória, realizada ao longo do ano e intensificada em março; a fase de alerta, que ocorre entre abril e junho, quando são executados protocolos de monitoramento e resposta. Na etapa preventiva, a prefeitura instalou em 584 áreas tecnologias de proteção de encostas, enquanto outras 184 seguem em intervenção. Entre janeiro e março deste ano, foram instalados mais de 24 mil metros quadrados de lonas plásticas em 169 áreas de risco. Também foram realizados serviços de limpeza de canais e bueiros, drenagem, manutenção de escadarias e remoção de resíduos. Durante o mês de março, também foram realizados simulados de evacuação em áreas de risco, com o objetivo de capacitar moradores para agir com segurança, especialmente em casos de deslizamentos de terra. A Codesal mantém atendimento 24 horas pelo telefone gratuito 199. O órgão também oferece serviço de alertas via SMS. Para receber as mensagens, basta enviar o CEP da residência para o número 40199. O serviço é gratuito. LEIA TAMBÉM: Salvador tem pontos de alagamento após chuva forte; capital e outras 44 cidades estão sob alerta laranja Veja mais notícias do estado no g1 Bahia. Assista aos vídeos do g1 e TV Bahia 💻

LLUVIAS INTENSAS: Salvador se prepara para su período más crítico

Salvador, Brasil – La capital bahiana se enfrenta a un aumento significativo en el volumen de lluvias, un fenómeno que, según la Defensa Civil, sigue un patrón climático conocido y define el período entre abril, mayo y junio como el más crítico del año en términos de precipitación. En lo que va de abril, la ciudad ya ha acumulado casi 300 mm de lluvia, con registros particularmente altos en barrios como Rio Vermelho y Barris, donde se promediaron 156 mm en 96 horas durante la última semana debido al paso de un frente frío. Zonas como Pirajá y Marechal Rondon registraron cantidades ligeramente menores, alrededor de 143 mm.

Históricamente, los meses más lluviosos en Salvador son abril (285 mm), mayo (300 mm) y junio (238 mm), según datos del Instituto Nacional de Meteorología basados en las normas climatológicas de los últimos 30 años. Este incremento en las precipitaciones es el resultado de la combinación de diversos sistemas meteorológicos típicos del litoral nordestino, incluyendo frentes fríos, cavados, áreas de baja presión y las ondas de leste, que juegan un papel crucial en la generación de lluvias persistentes en la zona costera. A esto se suma la constante influencia de vientos húmedos provenientes del Océano Atlántico, que mantienen altos los niveles de humedad en la atmósfera.

El meteorólogo Gabriel Pugliese, coordinador del Centro de Monitoramento de Alerta e Alarme de la Defensa Civil de Salvador (Cemadec), explicó detalladamente la dinámica climática que afecta a la ciudad. “Destacan las frentes frías que avanzan hasta la región, cavados, áreas de baja presión y las ondas de leste, que tienen un papel relevante en la generación de lluvias persistentes en la zona costera. Sumado a esto, la actuación constante de vientos húmedos provenientes del Océano Atlántico, que mantienen elevados los niveles de humedad en la atmósfera”, detalló Pugliese.

Sin embargo, Giuliano Carlos, meteorólogo de Codesal, advierte sobre cambios en este patrón tradicional en los últimos años. “Se observa un aumento en la ocurrencia de eventos de lluvia fuera del período típico, con episodios intensos y concentrados también en otras épocas del año. Este comportamiento puede estar asociado a los cambios climáticos y a las anomalías en la temperatura de la superficie del Atlántico, que alteran la dinámica atmosférica y favorecen eventos extremos”, puntualizó Carlos.

A pesar de estas tendencias, la expectativa para los próximos tres meses es que las lluvias se mantengan dentro de los promedios climatológicos. Ante este escenario, la Defensa Civil de Salvador ha intensificado sus acciones de monitoreo y prevención. Estas incluyen el monitoreo continuo de las condiciones meteorológicas, el seguimiento en tiempo real a través de imágenes de satélite y radar, y la operación de una red integrada de estaciones pluviométricas, meteorológicas, hidrológicas y geotécnicas distribuidas estratégicamente por toda la ciudad.

El objetivo principal de estas medidas es transformar un comportamiento climático predecible en acciones anticipadas, reduciendo los riesgos y aumentando la capacidad de respuesta del municipio ante eventos cada vez más intensos. El monitoreo continuo de áreas críticas de alagamiento también permite la identificación temprana de intervenciones necesarias, como la limpieza de canales, demoliciones y la instalación de lonas de protección.

La Operación Chuva, iniciada el 1 de abril, se divide en dos etapas. En la fase preventiva, la alcaldía ha instalado tecnologías de protección de laderas en 584 áreas, mientras que otras 184 están en proceso de intervención. Entre enero y marzo de este año, se instalaron más de 24 mil metros cuadrados de lonas plásticas en 169 áreas de riesgo. Además, se han realizado trabajos de limpieza de canales y alcantarillas, drenaje, mantenimiento de escaleras y remoción de residuos.

Durante el mes de marzo, también se llevaron a cabo simulacros de evacuación en áreas de riesgo, con el objetivo de capacitar a los residentes para actuar con seguridad, especialmente en casos de deslizamientos de tierra. Codesal mantiene un servicio de atención las 24 horas del día a través del número gratuito 199 y ofrece un servicio de alertas por SMS. Para recibir las alertas, los residentes pueden enviar su código postal al número 40199, un servicio completamente gratuito.

La Defensa Civil de Salvador enfatiza la importancia de la preparación y la prevención para mitigar los impactos de las lluvias intensas. Se insta a los residentes a mantenerse informados sobre las condiciones meteorológicas, a evitar áreas de riesgo y a seguir las instrucciones de las autoridades en caso de emergencia. La colaboración ciudadana es fundamental para garantizar la seguridad de todos durante este período crítico. La ciudad se prepara, consciente de los desafíos que presenta el clima, pero decidida a proteger a sus habitantes.

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