A LifePong, startup focada no t nis de mesa, surpreendeu o mercado ao registrar um crescimento exponencial nos últimos anos. Fundada em 2019 como um simples encontro de amantes do esporte em S o Paulo, a empresa se transformou em um negócio de bem-estar com 1,7 mil alunos em academias específicas, além de parcerias com escolas e clubes.
Atualmente, a LifePong conta com 11 unidades na capital paulista e uma em Belo Horizonte, cada uma com uma equipe média de seis professores. A proposta da academia é atrair um público amplo, dos 6 aos 90 anos, respeitando as limita es de cada um. "No Brasil, 10 mil pessoas s o confederadas em t nis de mesa, mas mais de 12 milh es brincam de pingue-pongue. O que fizemos foi abrir a porta para esse público", explica Henrique Narita, fundador e CEO da startup.
Apesar de n o ter a inten o inicial de se tornar um "meganegócio", a demanda surpreendeu os sócios. "Em dois meses, a unidade da Paulista lotou. Tivemos que pegar mais um andar", complementa Flávio Arakaki, sócio da LifePong.
A pandemia de COVID-19 foi um desafio, mas a academia conseguiu se manter ativa gra as ao apoio dos alunos, que continuaram pagando as mensalidades durante o período de lockdown para evitar o fechamento das portas.
Em 2022, a entrada do fundo BlackWheels, com um aporte de R$ 5 milh es, fortaleceu ainda mais o negócio. Diferente dos tradicionais fundos de venture capital, o BlackWheels tem um perfil mais voltado para saúde e bem-estar, o que se alinha perfeitamente com a proposta da LifePong.
"Ent o, pode ser um caminho para uma rodada no futuro. Também é natural ter investidores que s o amantes do esporte, que apoiam e investem. Uma rodada ainda demanda tempo de matura o, mas tende a acontecer", afirma Arakaki.
Além das unidades próprias na Granja Julieta e no Campo Belo, em S o Paulo, a LifePong também está em negocia o para expandir para outras regi es, como Alphaville, S o Caetano, Morumbi e cidades do interior, por meio de parcerias locais. A meta é se tornar uma rede nacional e, futuramente, expandir internacionalmente.
Apesar do foco no público recreativo, a LifePong mantém vínculos com a Confedera o Brasileira de T nis de Mesa e conta com embaixadores campe es, como Hugo Hoyama e Gustavo Tsuboi. "Nosso público n o é o atleta, mas a gente precisa ser autoridade no assunto. Queremos equilibrar o negócio financeiramente e deixar o esporte pingue-pongue ou t nis de mesa, pouco importa como um legado para a sociedade", conclui Narita.











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