O Ir elevou o tom contra os Estados Unidos e Israel em meio escalada de protestos nacionais que já entram na terceira semana e deixaram ao menos 116 mortos, segundo ativistas. O presidente do Parlamento iraniano, Mohammad Bagher Qalibaf, advertiu nesta madrugada que for as americanas e o território israelense se tornariam "alvos legítimos" caso Washington leve adiante uma ofensiva contra a República Isl mica.
As manifesta es se espalharam por Teer e pela segunda maior cidade do país, apesar do apag o de informa es imposto pelas autoridades, com internet instável e linhas telef nicas cortadas. Mesmo assim, organiza es de direitos humanos no exterior estimam cerca de 2.600 deten es desde o início dos protestos, impulsionados por queixas econ micas.
Em sess o transmitida pela TV estatal, deputados correram ao plenário aos gritos de "Morte América!", enquanto Qalibaf elogiou a atua o da polícia e da Guarda Revolucionária, em especial a milícia Basij, por terem "se mantido firmes". Em seguida, fez amea as diretas. "O povo do Ir deve saber que lidaremos com eles da forma mais severa e puniremos os que forem presos. No caso de um ataque ao Ir , tanto o território ocupado quanto todos os centros militares americanos, bases e navios na regi o ser o nossos alvos legítimos", endossou.
O presidente americano, Donald Trump, por sua vez, expressou apoio aos manifestantes e afirmou ontem nas redes sociais que "o Ir está olhando para a LIBERDADE, talvez como nunca antes. Os EUA est o prontos para ajudar!!!". Segundo o New York Times, Trump recebeu op es militares para um possível ataque, mas ainda n o tomou decis o final.
Enquanto isso, os EUA dizem estar posicionados no Oriente Médio para defender seus interesses e aliados. Israel, que se prepara para voltar guerra com o Hamas, de acordo com o Wall Street Journal, também assegurou acompanhar "de perto" os desdobramentos. Qualquer decis o de guerra em Teer , porém, caberá ao líder supremo, o aiatolá Ali Khamenei.
A escalada de tens es entre o Ir e os Estados Unidos, bem como Israel, ocorre em um momento delicado, com manifesta es populares abalando o regime iraniano. As amea as do Parlamento iraniano representam uma perigosa escalada que pode levar a um confronto militar de grandes propor es na regi o.










