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Burnout e auxílios médicos pressionam Previdência brasileira

Burnout e auxílios médicos pressionam Previdência brasileira

O aumento dos casos de burnout entre os trabalhadores brasileiros está gerando um impacto significativo nos gastos da Previd ncia Social. Dados recentes mostram que os afastamentos por esse tipo de esgotamento profissional v m disparando, sobrecarregando o sistema de auxílios médicos.

O caso de Carla Ramalho, uma empresária de 34 anos que se tornou criadora de conteúdo, ilustra bem essa tend ncia preocupante. Ela conta que passou meses ignorando os sinais de que algo n o ia bem, até que finalmente precisou se afastar do trabalho por causa do burnout.

"Eu estava me sentindo extremamente cansada, desmotivada e com dificuldade de me concentrar. Cheguei a um ponto em que simplesmente n o conseguia mais desempenhar minhas atividades", relata Carla. Ela precisou se afastar por alguns meses para se tratar e se recuperar.

Infelizmente, o caso de Carla n o é um exemplo isolado. Dados do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) mostram que os afastamentos por transtornos mentais e comportamentais, que incluem o burnout, v m aumentando nos últimos anos. Em 2021, esses tipos de afastamentos representaram 23,5% do total de auxílios concedidos pela Previd ncia.

Esse aumento nos gastos com auxílios médicos está pressionando as contas da Previd ncia Social, que já enfrenta desafios estruturais. Segundo especialistas, a pandemia de COVID-19 agravou ainda mais essa situa o, com muitos trabalhadores enfrentando níveis ainda maiores de estresse e esgotamento.

"O burnout é um problema sério que precisa ser tratado de forma mais efetiva pelas empresas e pelo poder público. Além do impacto na saúde dos trabalhadores, os custos para a Previd ncia s o cada vez mais alarmantes", afirma a economista Mariana Oliveira.

Para tentar minimizar esses impactos, algumas empresas t m adotado medidas como programas de bem-estar, flexibiliza o de jornadas e incentivo saúde mental dos funcionários. No entanto, especialistas ressaltam que é necessário um esfor o mais amplo, envolvendo políticas públicas e uma mudan a cultural em rela o saúde mental no ambiente de trabalho.

"Precisamos encarar o burnout como um problema sério de saúde pública e investir em solu es abrangentes. Só assim poderemos aliviar a press o sobre a Previd ncia e, principalmente, garantir melhores condi es de trabalho para os brasileiros", conclui a economista Mariana Oliveira.

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