O Instituto Água e Terra (IAT), órg o responsável pela gest o ambiental no Paraná, refor ou a sinaliza o em uma entrada irregular do Pico Paraná, após um jovem de 19 anos se perder e ficar cinco dias desaparecido na trilha. Segundo o montanhista Wiliam Domingues, a regi o tem pouca sinaliza o, com algumas placas que apontam a dire o dos diferentes morros, o que pode confundir os visitantes.
O caso envolvendo Roberto Farias Tomaz, que se perdeu no final de 2022, evidenciou a necessidade de melhorias na sinaliza o do parque. Após o episódio, o IAT refor ou a cerca que restringe o acesso área e instalou uma nova placa no local, alertando que a entrada por aquele ponto é proibida e orientando os visitantes a se dirigirem base do instituto, onde fazem o registro obrigatório.
De acordo com o diretor do Patrim nio Natural do IAT, Rafael Andreguetto, o órg o vem implantando novas sinaliza es nas Unidades de Conserva o e investindo em infraestrutura. No entanto, ele ressalta que o vandalismo e a grande extens o das áreas sob gest o dificultam esse trabalho.
O complexo que dá acesso ao Pico Paraná conta com trilhas sinalizadas, que devem ser refor adas nos próximos dias, além de um plano de uso público que tem a seguran a como um dos principais pilares. O IAT também destaca que mantém parceria com associa es especializadas, como a Federa o Paranaense de Montanhismo (Fepam) e o Corpo de Socorro em Montanha (Cosmo), para apoiar a educa o ambiental, conscientiza o e resgate de montanhistas.
Wiliam Domingues, que tem experi ncia na subida do Pico Paraná, sugere a ado o de um modelo de sinaliza o com fitas reflexivas a cada 100 ou 300 metros do caminho, como utilizado em outros parques do Brasil. Ele afirma que a queda de Roberto ocorreu no mesmo local em que outra pessoa se perdeu em 2022, evidenciando a necessidade de melhorias na sinaliza o.
O IAT refor a a import ncia de seguir medidas de seguran a ao fazer trilhas, como o preenchimento obrigatório do cadastro de visitantes, que fornece informa es importantes em caso de emerg ncia. Além disso, o órg o orienta que, para quem n o possui experi ncia ou n o conhece o parque, é recomendada a contrata o de guias ou a realiza o das trilhas junto de alguém que conhe a o local.











