Os 19 monges budistas que saíram da pequena cidade de Fort Worth, no Texas, em dire o a Washington D.C. já percorreram quil metro a quil metro, passo a passo, uma jornada de aproximadamente 120 dias pela "Caminhada pela Paz". Apesar das adversidades, como o acidente com um caminh o que feriu gravemente um monge e provocou a amputa o da perna de outro, a caravana silenciosa e cheia de compaix o segue seu percurso pelos 10 estados até a capital americana.
A caminhada, que come ou em novembro, está prevista para chegar em fevereiro Washington. Pelo caminho, a pequena caravana tem comovido as pessoas, que os recebem com flores, pedidos de b n os e manifesta es emocionais. Eles n o proferem discursos, apenas caminham em sil ncio, representando "um basta ao barulho ensurdecedor das máquinas do ódio" que t m tomado conta da sociedade.
O jornalista e escritor que acompanha a jornada pela rede social destaca que a iniciativa dos monges serve de exemplo para o Brasil, que enfrentará um ano eleitoral marcado pela polariza o política. Ele afirma que é preciso identificar e dizer "basta" s "máquinas de ódio" e aos "discursos beligerantes" que adoecem a sociedade.
Apesar de a paz ser considerada uma utopia por muitos, o autor ressalta a import ncia de caminhar nessa dire o, especialmente neste momento da história. A cadela Aloka, que significa "luz, brilho, ilumina o", lidera o grupo, simbolizando a esperan a de que a jornada possa iluminar os caminhos para a reconcilia o e a harmonia.












