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Governo e STF celebram 3 anos da vitória da democracia sobre ataques golpistas de 8 de Janeiro

Governo e STF celebram 3 anos da vitória da democracia sobre ataques golpistas de 8 de Janeiro

O Palácio do Planalto e o Supremo Tribunal Federal (STF) celebraram, nesta quinta-feira, os tr s anos da vitória das institui es democráticas sobre a ofensiva golpista do 8 de Janeiro de 2023. Em cerim nias oficiais, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva vetou o Projeto de Lei (PL) da Dosimetria, que buscava beneficiar os responsáveis pela tentativa de golpe de Estado, incluindo o ex-presidente Jair Bolsonaro.

Durante os discursos, Lula enfatizou que a democracia brasileira n o é uma conquista inabalável e precisa ser constantemente defendida. Ele lembrou que as investiga es apontaram planos de assassinato de autoridades, incluindo ele próprio, o vice-presidente Geraldo Alckmin e o ministro Alexandre de Moraes, do STF.

O presidente elogiou a atua o do STF na condu o do processo, classificando-a como "irrepreensível". Segundo ele, a Corte n o cedeu a press es externas, n o se intimidou diante de amea as e tampouco agiu movida por revanchismo político, julgando e condenando "no estrito cumprimento da lei".

Alckmin, por sua vez, atribuiu a Lula papel central na preserva o do regime democrático no país, afirmando que a lideran a do chefe do Executivo foi determinante para conter a tentativa de ruptura institucional após as elei es. "Se perdendo a elei o já tentaram um golpe, é possível imaginar o que n o teriam feito se tivessem vencido", disse.

A ministra Gleisi Hoffmann refor ou que o ato no Planalto significou o enfrentamento s tentativas de relativizar os ataques do 8 de Janeiro, destacando que o processo conduzido pelo Supremo representou um marco histórico na condena o de uma tentativa de golpe no país.

Lula lembrou que, até pouco tempo atrás, algumas das principais lideran as associadas ao movimento golpista defendiam abertamente a ditadura e relativizavam práticas como a tortura. No entanto, afirmou que essas mesmas pessoas tiveram assegurados todos os direitos previstos em lei durante o julgamento, demonstrando o "vigor da democracia brasileira".

O presidente concluiu seu discurso citando o filósofo George Santayana, alertando para os riscos do esquecimento histórico e a necessidade de vigil ncia permanente em defesa das institui es. "Em nome do futuro, n o temos o direito de esquecer o passado", afirmou.

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