As for as armadas dos Estados Unidos contaram com o apoio do Reino Unido para apreender um petroleiro russo ligado Venezuela no Atl ntico Norte. O navio, agora chamado Marinera e anteriormente conhecido como Bella 1, havia fugido de um bloqueio americano antes de ser interceptado.
O Comando Europeu das For as Armadas dos EUA confirmou a apreens o da embarca o, que está agora sob o controle do Departamento de Seguran a Interna. O Reino Unido disse que ajudou na opera o após um pedido de apoio.
John Healey, secretário de Defesa brit nico, afirmou que as For as Armadas do Reino Unido participaram da apreens o e que a a o foi feita em conformidade com o direito internacional, descrevendo o navio como parte de um "eixo russo iraniano de evas o de san es".
A Rússia confirmou que perdeu o contato com o Marinera depois que as for as americanas embarcaram em águas internacionais. O Ministério das Rela es Exteriores russo pediu que os cidad os que estavam a bordo fossem tratados de forma "humana e digna".
O governo russo também acusou os EUA de viola o de direito marítimo, citando conven o da ONU de 1982. "Nenhum Estado tem o direito de usar a for a contra embarca es devidamente registradas nas jurisdi es de outros Estados", disse o comunicado oficial russo em resposta a o.
A embarca o, que navegava sob bandeira russa, foi apreendida após Moscou enviar um submarino para escoltá-la. O apoio foi determinado após os EUA tentarem interceptar sua saída do bloqueio no Caribe no final de dezembro.
Além do Marinera, outro petroleiro, chamado M/T Sophia, foi interceptado no Caribe e está sendo levado para os Estados Unidos em uma a o que integra a mesma campanha americana para "interromper o mercado ilícito" de petróleo, segundo autoridades dos EUA.
Essa a o faz parte dos esfor os dos Estados Unidos e seus aliados para aplicar san es Rússia e ao regime de Nicolás Maduro na Venezuela, visando restringir o acesso a recursos financeiros e energéticos. A apreens o desses navios representa uma escalada na press o exercida sobre Moscou e Caracas, em meio guerra na Ucr nia e crise política venezuelana.












