Os mercados globais operam com ganhos moderados nesta sess o, enquanto os investidores digerem sinais econ micos mistos vindos dos Estados Unidos. O Índice de Gerentes de Compras (PMI) de servi os nos EUA caiu mais do que o previsto, embora ainda indique expans o do setor.
A aten o agora se volta para o relatório de emprego (payroll) do final de semana, que deve ajustar as apostas sobre os próximos passos do Federal Reserve, o banco central americano. Em meio a tens es geopolíticas, o mercado de commodities opera com oscila es, com o petróleo alternando entre leves altas e baixas, e os metais preciosos mantendo a demanda como ativos de prote o. Os títulos do Tesouro dos EUA (Treasuries) ajustam em alta após recentes varia es, mantendo o dólar volátil frente s principais moedas.
No Brasil, o Ibovespa sustenta uma alta apoiada pelo avan o do PMI de servi os local (53,7) e pelo carrego atrativo do real, que leva o dólar mínima de R$ 5,36 em um m s. O alívio cambial e o fluxo estrangeiro favorecem os ativos locais, enquanto os juros futuros médios recuam após o Tesouro vender integralmente títulos públicos no primeiro leil o do ano. A curva do Depósito Interfinanceiro (DI) ajusta as apostas para um corte da taxa Selic apenas em mar o, a um ritmo de 0,25 ponto percentual.
s 14h15, o Ibovespa subia 1,17%, aos 163.756 pontos, enquanto o dólar recuava 0,68% frente ao real, cotado a R$ 5,37. Entre os destaques do índice brasileiro, bancos e empresas ligadas ao consumo interno puxam a alta, com destaque para Assaí, Vamos e Magazine Luiza. A Multiplan avan a após anunciar a venda de participa o no BH Shopping, e a Localiza sobe com a aprova o de aumento de capital.
No setor de petróleo, a Prio se beneficia do aumento de produ o em dezembro, apesar da volatilidade do petróleo. A Vale acompanha a alta do minério de ferro em Singapura, enquanto a Vivara lidera as quedas após forte valoriza o recente. As utilities também figuram entre os destaques positivos, sustentando o Ibovespa acima dos 163 mil pontos.











