A Copa do Mundo de 2026 será um evento histórico, marcado pela primeira vez em que a competi o será realizada em tr s países: Estados Unidos, México e Canadá. Essa edi o traz consigo diversos desafios logísticos, políticos e financeiros, mas também grandes expectativas, especialmente para o Brasil, que tentará conquistar o t o sonhado hexacampeonato.
O principal palco do torneio será os Estados Unidos, que sediará 78 dos 104 jogos, incluindo todas as partidas a partir das quartas de final. O governo americano, liderado pelo presidente Donald Trump, promete investir mais de US$ 1 bilh o (cerca de R$ 5,51 bilh es) apenas em seguran a para as 11 cidades-sede, uma vez que quest es como imigra o e a amea a de drones s o preocupa es que precisam ser enfrentadas.
Além disso, a expectativa é de que até sete milh es de turistas de outros países visitem os Estados Unidos durante a Copa, o que exige uma enorme mobiliza o de recursos e infraestrutura. O Canadá também investirá pesadamente, com estimativas de gastos de até R$ 5 bilh es nas cidades de Toronto e Vancouver. Já no México, a reforma do ic nico Estádio Azteca consumiu cerca de R$ 900 milh es.
Outro desafio será atender enorme demanda por ingressos, com a Fifa informando ter recebido mais de 150 milh es de pedidos, um número cerca de 30 vezes superior ao total de bilhetes disponíveis. Essa será a Copa com os valores mais altos de ingressos na história.
Para o Brasil, a expectativa é renovada após a contrata o do técnico italiano Carlo Ancelotti. Em oito jogos até o momento, o treinador já utilizou 42 jogadores, buscando definir o grupo que irá em busca do t o sonhado hexacampeonato. Apesar de o Brasil ter sido sorteado em um grupo com Marrocos, Haiti e Escócia, os jogos na Costa Leste dos Estados Unidos preocupam Ancelotti, que teme o calor intenso da regi o.
Seja qual for o desafio, a Copa do Mundo de 2026 promete ser um evento histórico, com a expectativa de que o Brasil possa finalmente conquistar seu sexto título mundial.











