Seguridad InternacionalIntento de atentado frustrado frente a Bank of America en París
A polícia francesa prendeu três pessoas suspeitas de envolvimento em uma tentativa de ataque com bomba caseira em frente a uma agência do Bank of America, em Paris, no sábado (29). A ação foi interrompida por agentes de segurança antes que o dispositivo pudesse ser detonado, segundo informou o serviço de segurança francês. Papa Leão XIV diz que Deus rejeita orações de líderes com 'mãos cheias de sangue' e critica uso da religião para justificar guerras Atropelamento intencional deixa sete pessoas gravemente feridas na Inglaterra; suspeito é preso De acordo com a AFP, o primeiro suspeito foi detido logo após posicionar o artefato próximo à avenida Champs-Élysées. Ele estava acompanhado de uma segunda pessoa, que registrava imagens com um celular e conseguiu fugir no momento da abordagem policial. Outras duas prisões ocorreram ainda na noite de sábado, de acordo com autoridades. O dispositivo apreendido continha cerca de cinco litros de um líquido inflamável e um sistema de ignição, informou uma fonte próxima à investigação. Em depoimento, o principal suspeito afirmou ter sido recrutado pelo aplicativo Snapchat para executar o ataque em troca de 600 euros. Possível conexão internacional Segundo o ministro do Interior, Laurent Nunez, os detidos aparentam ser criminosos comuns utilizados como intermediários em um modelo já conhecido de recrutamento para ações desse tipo. Ele afirmou que ainda não há confirmação sobre os responsáveis intelectuais, mas não descartou a hipótese de envolvimento de agentes ligados ao Irã. O caso ocorre em meio à escalada de tensões no Oriente Médio, após semanas de confrontos envolvendo Estados Unidos, Israel e o Irã. Embora o governo francês avalie que o país não seja um alvo direto, autoridades admitem que interesses americanos e israelenses em território francês possam estar na mira. A Procuradoria Antiterrorista da França abriu investigação por “tentativa de dano por meios perigosos”. O inquérito é conduzido pela polícia judiciária de Paris e pela Direção-Geral de Segurança Interna (DGSI). Diante do episódio, o governo determinou reforço nas medidas de segurança e orientou as forças policiais a manterem nível “extra-vigilante”, com aumento da presença em estações de trem e outros pontos de grande circulação.
lunes, 30 de marzo de 2026, 09:22
BR
oglobo_globo
Tres personas fueron detenidas en París el sábado tras un intento de ataque con una bomba casera frente a una sucursal del Bank of America. Las autoridades francesas lograron interceptar la acción antes de que el artefacto pudiera ser detonado, según informó el servicio de seguridad del país.
El primer sospechoso fue arrestado al colocar el dispositivo cerca de la avenida Champs-Élysées. Un segundo individuo, que documentaba la escena con un teléfono móvil, logró huir inicialmente, pero fue detenido posteriormente junto a un tercer implicado. El artefacto contenía aproximadamente cinco litros de un líquido inflamable y un sistema de ignición.
En su declaración, el principal sospechoso reveló haber sido reclutado a través de la aplicación Snapchat a cambio de 600 euros para llevar a cabo el ataque. El ministro del Interior, Laurent Nunez, señaló que los detenidos parecen ser delincuentes comunes utilizados como intermediarios en un esquema de reclutamiento ya conocido. Si bien aún no se han identificado a los autores intelectuales, no se descarta la posible participación de agentes vinculados a Irán.
Este incidente se produce en un contexto de creciente tensión en Oriente Medio, tras semanas de enfrentamientos entre Estados Unidos, Israel e Irán. Aunque el gobierno francés no considera al país como un objetivo directo, las autoridades admiten que los intereses estadounidenses e israelíes en territorio francés podrían estar en riesgo.
La Fiscalía Antiterrorista de Francia ha abierto una investigación por “intento de daño con medios peligrosos”, que está siendo llevada a cabo por la policía judicial de París y la Dirección General de Seguridad Interna (DGSI). Como respuesta, el gobierno ha reforzado las medidas de seguridad y ha ordenado a las fuerzas policiales mantener un nivel de “extra vigilancia”, aumentando la presencia en estaciones de tren y otros lugares de alta afluencia.
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