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Invasão da Venezuela pelos EUA: Entenda os bastidores da operação e suas consequências geopolíticas

Invasão da Venezuela pelos EUA: Entenda os bastidores da operação e suas consequências geopolíticas

De acordo com o jornalista André Gustavo Stumpf, a previs o de que os Estados Unidos invadiriam a Venezuela logo após o Ano Novo se concretizou. A opera o militar norte-americana, auxiliada por for as internas, resultou na queda do presidente Nicolás Maduro, embora seus principais aliados continuem no poder.

A invas o, justificada pela acusa o de que Maduro controlava o suposto "Cartel de Los Soles", ocorreu de forma rápida e com o "menor derramamento de sangue possível". No entanto, Stumpf alerta que a manuten o da ordem no país está longe de ser garantida, uma vez que a derrubada de regimes autoritários requer compet ncia política e objetivos bem definidos, algo que os EUA n o demonstraram em outras interven es recentes.

A autora destaca que, diferentemente de outras opera es militares estadunidenses, como no Iraque, Líbia e Afeganist o, em que o país foi devastado e o petróleo passou a ser controlado por empresas norte-americanas, a situa o na Venezuela é mais "curiosa". Isso porque a nova presidente, Delcy Rodríguez, precisa fazer um discurso vigoroso para seu público interno, ao mesmo tempo em que negocia com os EUA, chegando a um acordo com a Chevron e outras empresas para fornecer 50 milh es de barris de petróleo.

Essa din mica remete época das navega es portuguesas, quando os representantes da Coroa bombardeavam portos na Índia até que os locais concordassem em negociar prioritariamente com os portugueses. Stumpf afirma que a "lógica de Trump é a mesma. Vale a lei do mais forte".

Essa interven o dos EUA na Venezuela pode ter consequ ncias na política internacional, com a possível tomada de Taiwan pela China e a efetiva o da domina o russa sobre a Ucr nia, sem medo de retalia es. Por outro lado, os norte-americanos podem se sentir t o empoderados a ponto de defender a Ucr nia e Taiwan, proclamando-se o "grande xerife internacional".

Além disso, o autor aponta que as elei es brasileiras de outubro podem trazer "algumas surpresas" com a presen a de candidatos "muito endinheirados, escoltados por poderosos profissionais de rela es públicas". Nada, segundo ele, é impossível para o "grande irm o do norte".

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