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Alemanha e Holanda enfrentam caos e tragédias com fogos de artifício no Ano-Novo

Alemanha e Holanda enfrentam caos e tragédias com fogos de artifício no Ano-Novo

A passagem de ano na Alemanha e Holanda foi marcada por tragédias e caos envolvendo o uso de fogos de artifício. Dois adolescentes morreram na Alemanha devido a acidentes com os artefatos durante as celebra es de Ano-Novo, e outras quatro mortes relacionadas a inc ndios est o sendo investigadas.

Apenas em Berlim, 420 pessoas foram detidas por lan ar foguetes e roj es em áreas proibidas ou contra a polícia. O saldo, ainda assim, é inferior ao de 2025, quando o debate sobre proibir a pirotecnia privada no Réveillon ganhou for a no país.

Na Holanda, a situa o n o foi diferente. Amsterd e diversas cidades holandesas viveram uma noite de caos, com registro de inc ndios, feridos e pris es. Ao menos duas pessoas morreram. Uma igreja histórica, a Vondelkerk, perdeu uma das torres para as chamas, e o prédio corre risco de desabamento.

As autoridades investigam se os inc ndios foram provocados por fogos de artifício. Perto da fronteira com a Bélgica, policiais foram recebidos com coquetéis molotov e pedras arrancadas do cal amento.

A iminente proibi o dos fogos de artifício no Ano-Novo na Holanda a partir do próximo ano fez com que os holandeses gastassem 128 milh es de euros (cerca de 812 milh es de reais) com os artefatos nesta virada, contra 119 milh es da celebra o anterior. A importa o ilegal também disparou, com 112 toneladas de material apreendido até o último m s.

Na Alemanha, a compra e o uso de fogos já é bastante limitado, com a venda permitida apenas a partir de 29 de dezembro. Isso provoca uma verdadeira correria s lojas e s fronteiras, com o comércio temporário de fogos se tornando um negócio rentável em localidades polonesas e tchecas próximas divisa.

O lan amento dos fogos só é permitido por horas do dia 31 madrugada do dia 1 , transformando algumas áreas do país em verdadeiras pra as de guerra. Grupos rivais se enfrentam com roj es e foguetes, e policiais e bombeiros também entram na mira.

Nesta última passagem de ano, 30 agentes saíram com ferimentos leves da opera o em Berlim, que reuniu 3.800 policiais. A senadora do Interior da cidade-estado, Iris Spranger, elogiou o trabalho das for as de seguran a, mas admitiu que a combina o de preven o, medidas preliminares e interven o decisiva da polícia n o foi suficiente para evitar os incidentes.

Segundo balan o da opera o, 220 mil fogos foram apreendidos, quase metade de categorias perigosas, como bombas esféricas e foguetes. Artefatos desse tipo causaram como o no ano passado, quando um influenciador de origem palestina publicou um vídeo em rede social lan ando um foguete e provocando o inc ndio de um prédio.

O último Réveillon na Alemanha, que ainda n o tem um número oficial de vítimas, colecionou relatos de feridos graves, ataques a bombeiros e inc ndios em esta es de metr . Onze bombeiros foram atacados com roj es, e 30 pessoas foram atendidas com ferimentos graves nas m os em um único hospital de Berlim, sendo oito crian as ou adolescentes.

Diante desse cenário, a Associa o Médica Alem , o sindicato que representa os policiais, a maior e mais antiga associa o ambiental alem e outras 64 entidades exigiram nesta quinta-feira o veto definitivo dos fogos de artifício no país. Além da preocupa o com seguran a pública, há também discuss es sobre os potenciais efeitos sobre pessoas vulneráveis, animais, natureza e polui o do ar.

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