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Banco Central identifica indícios de crimes em negociações do Banco Master com fundos da Reag

Banco Central identifica indícios de crimes em negociações do Banco Master com fundos da Reag

O Banco Central do Brasil (BC) identificou indícios de crimes cometidos pelo Banco Master em suas negocia es com a gestora de fundos Reag, segundo informa es apresentadas ao Tribunal de Contas da Uni o (TCU). As suspeitas envolvem tentativas de desvio de dinheiro do conglomerado Master.

As investiga es revelaram que o Banco Master teria vendido falsas carteiras de crédito no valor de R$ 12,2 bilh es ao Banco de Brasília (BRB), com o objetivo de arquitetar uma opera o fraudulenta para salvar a institui o. Essa transa o foi negada pelo BC em mar o deste ano, quando o BRB anunciou a compra do Banco Master.

Além dessa opera o com o BRB, o BC também identificou indícios de crimes contra o Sistema Financeiro Nacional em outras transa es do Banco Master com a gestora Reag. O caso foi encaminhado ao Ministério Público Federal em novembro.

Segundo o relato do BC, o esquema fraudulento teria funcionado entre julho de 2023 e julho de 2024, combinando diferentes tipos de investimentos em uma única transa o e colocando em risco os recursos dos clientes. Investigadores suspeitam que as transa es tenham sido feitas com o objetivo de desviar dinheiro do conglomerado Master.

A Reag foi um dos alvos de uma opera o de busca e apreens o realizada em agosto, que mirou um esquema de lavagem de dinheiro usado pelo Primeiro Comando da Capital (PCC). De acordo com os investigadores, fundos administrados pela Reag, que n o estavam disponíveis a qualquer cotista, eram abastecidos com dinheiro ilegal.

A Reag afirmou que n o se envolve nas atividades econ micas dos clientes. No entanto, as investiga es do BC apontam para a exist ncia de um esquema fraudulento envolvendo a gestora e o Banco Master.

As apura es sobre as supostas irregularidades envolvendo o Banco Master e a Reag continuam em andamento, com a Polícia Federal realizando depoimentos e acarea es entre os envolvidos. O caso está sendo acompanhado de perto pelo Judiciário, com a participa o de um juiz auxiliar do gabinete do ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal.

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