Política InternacionalEE. UU. ofrece ayuda humanitaria a Cuba en medio de crecientes tensiones diplomáticas
O secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, afirmou nesta quarta-feira (20) que o governo americano quer abrir um novo relacionamento com Cuba e ofereceu US$ 100 milhões em ajuda ao povo cubano. Em mensagem de vídeo em espanhol, divulgada pelo Departamento de Estado no Dia da Independência de Cuba, Rubio disse que os recursos seriam destinados a alimentos e remédios e deveriam ser distribuídos pela Igreja Católica ou por outros grupos de caridade confiáveis. Rubio atribuiu à ganância e à corrupção dos líderes cubanos a escassez de eletricidade, combustível e alimentos no país. “A verdadeira razão pela qual vocês não têm eletricidade, combustível ou alimentos é porque aqueles que controlam seu país saquearam bilhões de dólares, mas nada foi usado para ajudar o povo”, declarou. Em resposta na manhã desta quarta-feira, a Embaixada de Cuba nos EUA acusou Rubio de mentir e de tentar justificar a agressão contra a ilha. Em mensagem publicada no X, a representação cubana afirmou que não há “desculpa para uma agressão tão cruel e implacável”. A mensagem de Rubio ocorreu no mesmo contexto em que o governo Trump deve anunciar acusações criminais contra o ex-presidente cubano Raúl Castro, em uma ação que marcaria um aumento na campanha de pressão de Washington contra o governo comunista da ilha. Segundo uma autoridade do Departamento de Justiça dos EUA, as acusações devem se basear em um incidente de 1996, quando jatos cubanos derrubaram aviões operados por um grupo de exilados cubanos. Os Estados Unidos também mantêm sanções contra Cuba e ameaçam países que abastecem a ilha com combustível, medida que, segundo a reportagem, provoca quedas de energia e agrava a fragilidade da economia cubana.
miércoles, 20 de mayo de 2026, 14:17
SPAIN
jornaldebrasilia
¿Ayuda humanitaria o presión política? La relación entre Estados Unidos y Cuba entra en una nueva etapa de tensiones.
El secretario de Estado estadounidense, Marco Rubio, ha manifestado el deseo de abrir un nuevo vínculo con la isla, ofreciendo una ayuda económica de 100 millones de dólares. Estos fondos estarían destinados específicamente a la adquisición de alimentos y medicamentos para la población. Para asegurar la entrega, Rubio propuso que la distribución sea gestionada por la Iglesia Católica u otras organizaciones benéficas consideradas confiables.
En un video difundido en el marco del Día de la Independencia de Cuba, el funcionario estadounidense fue directo al atribuir la crisis interna a la gestión gubernamental. Rubio afirmó que la falta de electricidad, combustible y alimentos no es casual, sino consecuencia de la codicia y corrupción de los líderes cubanos, asegurando que miles de millones de dólares fueron saqueados en lugar de invertirse en el bienestar del pueblo.
La respuesta de La Habana no se hizo esperar. La Embajada de Cuba en Estados Unidos calificó las declaraciones de Rubio como mentiras y señaló que el secretario de Estado intenta justificar una agresión "cruel e implacable" contra la nación caribeña.
Este escenario se complica con la posibilidad de que el gobierno de Donald Trump presente cargos criminales contra el exmandatario Raúl Castro. Las acusaciones se fundamentarían en el derribo de aviones operados por exiliados cubanos ocurrido en 1996.
A este panorama se suman las sanciones vigentes y las advertencias de Washington a los países que proveen combustible a Cuba, situación que, según reportes, ha intensificado las fallas energéticas y la fragilidad económica en la isla.
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