Luiz Inácio Lula da Silva (PT), atual presidente do Brasil, contará com uma verdadeira "tropa" de ministros concorrendo a cargos eletivos nas próximas elei es de outubro. A lista inclui nomes de peso, como o ministro-chefe da Casa Civil, Rui Costa, e o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, ambos cotados para disputar uma vaga no Senado Federal.
Segundo levantamento realizado pelo portal A TARDE, cerca de 20 ministros do governo Lula est o na mira de concorrer a diferentes cargos, incluindo Senado, C mara dos Deputados e até mesmo governos estaduais. A estratégia do presidente é garantir o maior número possível de cadeiras para o PT e seus aliados, de modo a "barrar" o avan o do bolsonarismo no Congresso Nacional.
No Senado, nove ministros est o cotados para a disputa, entre eles Rui Costa, da Casa Civil, e Fernando Haddad, da Fazenda. Rui chegou a ensaiar uma candidatura em 2022, mas acabou optando por permanecer no cargo. Já Haddad, apesar de indicar o desejo de coordenar a campanha de Lula, também faz parte dos planos do PT para fortalecer o partido em S o Paulo, o maior colégio eleitoral do país.
Outros nomes como Simone Tebet (MDB) e Marina Silva (Rede) também aparecem como op es para concorrer ao Senado por S o Paulo, embora Tebet precise mudar seu domicílio eleitoral, hoje no Mato Grosso do Sul.
Além do Senado, cerca de oito ministros de Lula disputar o a elei o ou reelei o na C mara dos Deputados, sendo quatro filiados ao PT e os demais de partidos como Psol, PCdoB, MDB e PSD.
Tr s ministros também est o cotados para concorrer ao cargo de governador nas elei es de outubro. Entre eles, está Geraldo Alckmin (PSB), ministro da Indústria e Comércio, que é visto como um nome com "recall" para fortalecer o palanque de Lula em S o Paulo. Alckmin, no entanto, deve permanecer como vice-presidente na chapa de Lula.
Outro ministro que disputará o governo estadual é Renan Filho (MDB), dos Transportes, que será candidato em Alagoas, cargo que já exerceu por dois mandatos. A estratégia é fortalecer a candidatura de seu pai, o senador Renan Calheiros (MDB), que tentará a reelei o.
Todos os candidatos a cargos executivos e legislativos devem deixar suas pastas em um prazo de até seis meses antes do pleito, saindo dos ministérios até o final de abril.












